Custos e despesa numa industria de papeis

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  • Publicado : 17 de maio de 2011
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INTRODUÇÃO

A sociologia constitui um projeto intelectual tenso e contraditório. Para alguns representa uma poderosa arma a serviço dos interesses dominantes, para outros ela é a expressão teórica dos movimentos revolucionários
Ciência que estuda o comportamento da sociedade em geral e busca uma perfeita organização na vida social. Neste trabalho relaciono o que ela representa, o que buscacompreender e a base de seu surgimento; como também a lista de alguns sociólogos e um pouco de suas respectivas teorias, e como a sociologia influência outras ciências explicando procedimentos observados na sociedade, fazendo parte de estudos de ciências como: Filosofia, Antropologia, Economia e Psicologia.

DESENVOLVIMENTO

Se for verdade que as formas contemporâneas de atividade social,geralmente designadas como "trabalho", não possuem uma racionalidade comum nem partilham características empíricas, e se o trabalho é, neste sentido, não apenas objetivamente disforme mas também está se tornando subjetivamente periférico, então surge uma pergunta: quais são os conceitos sociológicos da estrutura e do conflito apropriados para descrever uma sociedade que, no sentido aqui adotado,deixou de ser uma "sociedade do trabalho"?
Se a consciência social não deve mais ser construída como consciência de classe; se a cultura cognitiva não está mais relacionada primeiramente com o desenvolvimento das forças produtivas; se o sistema político deixou de se preocupar, em primeiro lugar, com a garantia das relações de produção e a administração dos conflitos distributivos, e finalmente, seos problemas centrais colocados por esta sociedade não podem mais ser resolvidos em termos das categorias de escassez e produção, então existe claramente a necessidade de um sistema conceitual que possa ajudar a mapear estas regiões da realidade social não determinadas completamente pelas esferas do trabalho e da produção.
Uma proposta teórica, que está ancorada na história da teoriasociológica e que poderia satisfazer esta necessidade, foi elaborada por J. Habermas em Theorie des kommunikativen Handelns (1981). Num importasse é verdade que as formas contemporâneas de atividade social, geralmente designadas como "trabalho", não possuem uma racionalidade comum nem partilham características empíricas, e se o trabalho é, neste sentido, não apenas objetivamente disforme mas também está setornando subjetivamente periférico, então surge uma pergunta: quais são os conceitos sociológicos da estrutura e do conflito apropriados para descrever uma sociedade que, no sentido aqui adotado, deixou de ser uma "sociedade do trabalho"?
Se a consciência social não deve mais ser construída como consciência de classe; se a cultura cognitiva não está mais relacionada primeiramente com odesenvolvimento das forças produtivas; se o sistema político deixou de se preocupar, em primeiro lugar, com a garantia das relações de produção e a administração dos conflitos distributivos, e finalmente, se os problemas centrais colocados por esta sociedade não podem mais ser resolvidos em termos das categorias de escassez e produção, então existe claramente a necessidade de um sistema conceitual que possaajudar a mapear estas regiões da realidade social não determinadas completamente pelas esferas do trabalho e da produção.
Uma proposta teórica, que está ancorada na história da teoria sociológica e que poderia satisfazer esta necessidade, foi elaborada por J. Habermas em Theorie des kommunikativen Handelns (1981). Num importante e controvertido afastamento dos paradigmas teóricos clássicos,Habermas descreve a estrutura e a dinâmica das sociedades modernas, não como um antagonismo enraizado na esfera da produção, mas como uma colisão entre os "subsistemas" de ação racional-intencional", mediados pelo dinheiro e pelo poder, de um lado, e um "mundo-da-vida cotidiana" que resiste obstinadamente a estes sistemas, de outro.
Por mais de duas décadas Habermas elaborou uma crítica à...
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