Curso do senad sobre drogas

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  • Publicado : 19 de setembro de 2012
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Temos ciência e a consciência de que as drogas nos afligem, seja de forma direta ou indiretamente. Num passado não muito distante vimos os usuários serem tratados como delinqüentes, mal feitores, osque não queriam nada com o trabalho, enfim. O direito/justiça os tratava como se bandidos fossem. Hoje temos uma noção melhor de como tratar essas pessoas doentes e suas famílias. Como disse a colegade curso Cristiana Kumiko: “A adoção da justiça restaurativa é uma possibilidade e, portanto, o Estado precisa estar aberta a ela, investindo em ações de prevenção e de fortalecimento das relaçõeshumanas”. Muito feliz a colega em sua colocação, diga-se. A penalização mostrou-se incapaz de resolver, via força bruta, coerção. Bem disse a Senhora Roseli Ferreira, em sua colocação no fórum: “Èpreciso investir em recursos humanos...” e, continua: “Penso que pessoas que lidam com alei (Juízes, Promotor, Policial, Servidor) deveriam realizar atividades junto à comunidade e mesmo para os órgãos quedefinem as políticas públicas na área da segurança e saúde...”. Neste meio estamos todos nós governo e sociedade, pois “Acredito que seja neste ponto que entra a importância da família e da comunidadepara dar-lhe suporte para vencer o vício, acompanhando-o, dando-lhe assistência, ajuda, apoio nos momentos críticos e não apenas marginalizando-o...”, disse a colega Allina no tocante a abstinência ea ressignificação da relação social do usuário, da família e da comunidade. E continua, “Um grande passo já está sendo dado ao se pensar em tratar o usuário como doente...”, pois não tínhamos oconhecimento e a consciência suficientemente preparadas para abordarmos o problema de forma eficaz. Com o advento da Lei n.11.343/2006, surge o modelo restaurativo e, a figura da prevenção secundária com aparticipação efetiva da família e do meio em que o usuário vive. Não diria que seja uma educação afetiva, mas sim uma reeducação afetiva, pois será que por causa do preconceito foi que deixamos de...
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