Curso de umbanda

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Sociedade Espiritualista Mata Virgem
Curso de Umbanda
Caros Irmãos este é um trabalho ainda em adamento, onde nosso irmão João Luiz da comunidade Umbanda por Amor
disponibiliza para todos e eu tento aqui deixar mais acessivel o trabalho do nosso irmão, que sempre nos traz espetaculares
apostilas.
ÍNDICE DO CURSO DE UMBANDA
01 - História da Umbanda
02 - O Que é Umbanda
03 - OutrasReligiões Afro-Brasileiras
04 - Os Orixás
05 - As Sete Linhas
06 - Oxalá
07 - Yemanjá
08 - Nana
09 - Oxum
10 - Ogum
11 - Xangô
12 - Iansã
13 - Oxossi
14 - Obaluaiê
15 - Oxumarê
16 - Ibeiji
17 - Ossãe
18 - Ewá
19 - Oba
20 - Logum Edé
21 - Exu
22 - Iroko, Tempo, Ifá e Orumilá
22a - Piada Sobre os Arquétipos
23 - Os Pretos Velhos
24 - Os Caboclos
25 - Os Exus
26 - Classificação dosExus
27 - As Crianças
28 - Boiadeiros
29 - Marinheiros
30 - Ciganos
31 - Malandros
32 - Baianos
33 - Mentores de Cura
34 - Hierarquia
35 - Pontos Vibracionais do Terreiro
36 - Cumprimentos e Posturas
37 - Vestuário
38 - Anjo da Guarda
39 - Fios De Conta
40 - Águas
41 - Banhos
42 - Defumação
43 - Ervas
44 - Velas
45 - Fumo e Bebida
46 - Pontos Cantados
47 - Atabaques
48 - ObjetosLitúrgicos
49 - Sacramentos
50 - Diferenças Entre Os Sexos
51 - Desenvolvimento
52 - Mediunidade
53 - Eledá, Otum E Osi
54 - Otá
55 - Assentamentos E Firmezas
56 - Comidas De Santo
57 - Oferendas e Ebós
58 - Jogos Divinatórios
59 - Buzios
60 - Iniciações
61 - Pemba
62 - Pontos Riscados
63 - Pólvora
64 - Magia
65 - Em Defesa Dos Seus Direitos
66 – Vocabulário
Obs.: os assuntosem vermelho ainda não foi criado as apostilas, as mesmas estão em adamento.
HISTÓRIA DA UMBANDA
No final de 1908, Zélio Fernandino de Moraes, um jovem rapaz com 17 anos de idade, que preparava-se para ingressar
na carreira militar na Marinha, começou a sofrer estranhos "ataques". Sua família, conhecida e tradicional na cidade de Neves,
estado do Rio de Janeiro, foi pega de surpresa pelosacontecimentos.
Esses "ataques" do rapaz, eram caracterizados por posturas de um velho, falando coisas sem sentido e desconexas,
como se fosse outra pessoa que havia vivido em outra época. Muitas vezes assumia uma forma que parecia a de um felino
lépido e desembaraçado que mostrava conhecer muitas coisas da natureza.
Após examiná-lo durante vários dias, o médico da família recomendou que seriamelhor encaminhá-lo a um padre, pois
o médico (que era tio do paciente), dizia que a loucura do rapaz não se enquadrava em nada que ele havia conhecido.
Acreditava mais, era que o menino estava endemoniado.
Alguém da família sugeriu que "isso era coisa de espiritismo" e que era melhor levá-lo à Federação Espírita de Niterói,
presidida na época por José de Souza. No dia 15 de novembro, o jovem Zéliofoi convidado a participar da sessão, tomando
um lugar à mesa.
Tomado por uma força estranha e alheia a sua vontade, e contrariando as normas que impediam o afastamento de
qualquer dos componentes da mesa, Zélio levantou-se e disse: "Aqui está faltando uma flor". Saiu da sala indo ao jardim e
voltando após com uma flor, que colocou no centro da mesa. Essa atitude causou um enorme tumultoentre os presentes.
Restabelecidos os trabalhos, manifestaram-se nos médiuns kardecistas espíritos que se diziam pretos escravos e índios.
O diretor dos trabalhos achou tudo aquilo um absurdo e advertiu-os com aspereza, citando o "seu atraso espiritual" e
convidando-os a se retirarem.
Após esse incidente, novamente uma força estranha tomou o jovem Zélio e através dele falou: _"Porque repelem apresença desses espíritos, se nem sequer se dignaram a ouvir suas mensagens. Será por causa de suas origens sociais e
da cor ?"
Seguiu-se um diálogo acalorado, e os responsáveis pela sessão procuravam doutrinar e afastar o espírito desconhecido,
que desenvolvia uma argumentação segura.
Um médium vidente perguntou: _"Por quê o irmão fala nestes termos, pretendendo que a direção aceite a...
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