Curas divinas

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Índice
Índice 2
Introdução 3
Capítulo 1 – A Cura Divina 4
Origem e Natureza da Enfermidade 5
Capítulo 2 – A cura no Antigo e no Novo Testamento 6
Capítulo 3 – Curas disponíveis hoje 8
Capítulo 4 – Os demônios e as doenças 11
Como os demônios causam as doenças 11
Todo doente é endemoninhado? 12
Conclusão 13
Bibliografia 14Introdução



Dons de curar: é um poder muito desejado em virtude de ser um sinal eloqüente e ostensivo na confirmação da mensagem do Evangelho, como também em razão da verdadeira simpatia cristã para com os sofredores e do desejo de proporcionar-lhes alívio. Os dons de curar fazem parte de uma categoria especial. Além disso, há curas que serealizam imediatamente, como no caso do cego de Jericó, e há curas que se realizam gradualmente, como o cego da passagem de Marcos 8.24 (que, no primeiro momento, via os homens como se fossem árvores), ou como no caso dos leprosos: “...E aconteceu que indo eles, ficaram limpos” (Lucas 17.14).
Existem casos em que as doenças encontradas nos indivíduos são classificadas como causa “normal”,devido ao nosso corpo corruptível, que se degenera a cada dia em decorrência do pecado, e existem também aquelas doenças que são causadas por ação ou possessão de demônios.
É sobre estes dois casos de cura divina que comentarei neste trabalho.







































Capítulo 1 – A Cura Divina



A cura divina tem recebidorenovada ênfase na pregação, ensino e prática de muitas igrejas hoje, sendo elemento essencial no sucesso do evangelismo e missões atuais. Assim como na Igreja Primitiva, muitos têm orado para Deus confirmar o Evangelho mediante curas operadas em nome de Jesus.[1]
Há pelo menos quatro razões para crermos que Deus continua curando hoje em dia. A primeira é que a cura divina se encontra na Bíblia, ea Bíblia, por ser inspirada pelo Espírito Santo, é válida para hoje. O Cristo revelado nas Escrituras como nosso Médico é o mesmo Senhor a quem servimos hoje. Hebreus 13.8 – “Jesus Cristo é o mesmo ontem, e hoje, e eternamente” – encaixa-se muito bem à mensagem global da epístola. Há uma grande continuidade na pessoa, caráter e obra de Cristo depois da sua morte, ressurreição e ascensão.
Asegunda razão para crermos na cura divina é estar ela incluída na obra expiadora de Cristo. O ensino bíblico sobre a cura forma um paralelo com o da salvação. A salvação inclui sanear todos os aspectos da nossa vida, e tudo “provém da expiação”.[2] Todo dom perfeito que provém do Céu é resultado da cruz de Cristo.
A terceira razão acha-se na convergência dos ensinos bíblicos sobre asalvação e a natureza da humanidade. Já que o ser humano não é uma associação desconexa de corpo, alma e espírito, mas, de modo muito real uma unidade, a salvação se aplica a todas as facetas da existência humana. É um tema genuinamente bíblico, que precisa ser reiterado – o Evangelho inteiro é para a pessoa inteira.
A ultima razão para assumirmos um compromisso com o ensino de cura divina é acrença de que a salvação deve ser entendida, em última análise, como restauração do mundo caído. Deus é contra o sofrimento humano, pois não é este resultado da sua vontade, mas uma conseqüência da Queda. A redenção deve ser entendida como o plano de Deus para restaurar toda a criação, especialmente a raça humana.[3]



Origem e Natureza da Enfermidade

Onde o sofrimento humano teve suaorigem? Já fazia parte do plano de Deus, ou foi resultado de alguma coisa que contradizia a intenção divina para com a criação? A Bíblia ensina a segunda posição. Não se quer dizer com isso que Deus não antevia a possibilidade do sofrimento, muito pelo contrário. A Bíblia expressa claramente que Ele o levara em conta: Jesus Cristo é o Cordeiro “que foi morto desde a fundação do mundo” (AP...
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