Criminologia

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  • Publicado : 31 de outubro de 2012
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RESUMO

Seres humanos, como definir quem somos com tantas notícias de violência e atrocidades que andam acontecendo pelo mundo. Serão os sinais do fim. O fim da compaixão, solidariedade, humildade, amizade e amor com os nossos, semelhantes.
Estamos vivendo em uma época, quesomente o material que importa, "SER” está em baixa, agora o que está em alta é o "TER”. Apenas os mais favorecidos se manterão seguros. No mundo que vivemos estamos rodeados de psicopatas frios e calculistas, camuflados como feras vorazes a procura da próxima vítima.
Como identificar essas criaturas tão semelhantes a nós, que todos os dias passamos ao lado, nas ruas e muitas das vezes, noconvívio diário sem ter noção que estamos tão próximos deles. Quem são realmente esses sujeitos presentes no dia-dia de muitos, Exemplos: no trabalho, na nossa casa, no convívio social, etc. Como identificar esses seres frios e sem compaixão alheia.
No entendimento racional, absorvi do livro que á psicopatia é a ausência de sentimentos solidários a outrem, como reações de bondade e honestidade,para assim os classificar possuidores da inexistência de consciência e moral. Faltam reações neurológicas e psicológicas que por fim classificam como um psicopata. Pessoas que possuem consciência, compaixão, tristeza, saudade, amor, entre outros sinais psicológicos afetivos, podem ser classificadas, como seres humanos normais na visão dos psicólogos e estudiosos no assunto. Mais isto não garanteunicamente, que jamais irá cometer algum tipo de infração tanto criminal, civil, entre tantos outros delitos ao longo de sua vida. São apenas indícios que terá menos probabilidade, de colocar para fora seus instintos irracionais, ao contrário da pessoa diagnosticada como psicopata.
O que relata no livro sobre a psicopatia, é vários fatos ocorridos de grandes proporções nacionais e internacionais,de como pode ser devastador, á presença de um psicopata em nossas vidas. São centenas de milhares de casos, macabro de como esse tipo de distúrbio psíquico transforma á visão racional das coisas. Conseqüentemente ceifando várias vidas inocentes, com uma ilusão mitológica de um ser humano gentil, amoroso, inteligente, culto, passando uma imagem distinta e honesta. Que na sua maioria não passa deuma simples fachada, composta por uma série de técnicas, para atingir sua presa e depois a devorá-la sem dó e sem o mínimo de piedade.
Ana Beatriz começa fazendo um comparativo entre o comportamento deste seres e o das pessoas. A autora esclarece que o termo “psicopata” causa uma má, impressão, imaginando de que se trata de alguém com estigma de mau, mal vestido, cara de bandido, de criminoso, quepor sinal pode ser comparado em alguns aspectos exemplos das teorias de Cesare Lombroso, sobre as anomalias fisiológicas além das psíquicas. Reconhecer um psicopata é mais difícil do que se parece, pois eles são especialistas em enganação e disfarces.
No raciocínio de moralidade a consciência é um atributo que transita entre a razão e a sensibilidade, ou seja, está entre a “cabeça” e o“coração”, consciência não é um comportamento em si, nem mesmo é algo que possamos fazer ou pensar. É algo que sentimos uma emoção um senso de responsabilidade e generosidade baseadas em vínculos emocionais, nobres, com outros seres (animais ou humanos).
Exemplos que possam caracterizar um cidadão com consciência. Uma amiga grávida de sete meses que vai até seu apartamento para lhe fazer uma visita, numasegunda-feira final da tarde, vocês conversa coloca o papo em dia e quando ela decide ir embora, mesmo cansado de um dia de trabalho lhe oferece companhia até o elevador ou até mesmo a portaria do prédio. Fazemos isso porque nossa consciência diz que é o certo a ser feito.
Outro exemplo que poderia citar sobre possuir uma consciência seria em caso de um acidente aéreo próximo a nossa...
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