Crepe Suzete

1516 palavras 7 páginas
As crepes do príncipe de Gales Eduardo VII – origem das crêpes Suzette

Tem aqueles dias que você procura algo simples de fazer, mas com cara de sofisticado. Nessas horas a única coisa que me vem à cabeça são as crepes da Suzette – que dá Suzette não têm nada (vocês vão entender ao longo do texto).

Eu me lembro que a primeira vez que eu fiz esta receita, não gostei muito porque só a tinha feito com laranjas. Tempos depois vi que a adição de um suquinho de tangerinas faz toda a diferença – sugiro que experimente com e sem tangerina, e me falam, depois.
A história do surgimento dessas crepes metidas a besta é controversa e tem um quê da realeza...
No longo período em que foi príncipe de Gales, Eduardo VII (1841-1910, ele tinha quase 60 anos quando subiu ao trono) sempre si divertiu à vontade. Mesmo depois de ser coroado rei da Grã-Bretanha, Irlanda e imperador da Índia.

Eduardo VII
Da juventude à maturidade, passava temporadas na França, país que admirava, sobretudo em Paris, frequentando restaurantes, teatros, hipódromos e consolidando a sua fama de playboy que era desaprovada pela mãe, a severa rainha Vitória I. Bastante popular no seu país e no exterior, ainda se notabilizou pelo mecenato e paixão pelas viagens.

Mecenato é um termo que indica o incentivo e patrocínio de artistas e literatos, e mais amplamente, de atividades artísticas e culturais. O termo deriva do nome de Caio Cílnio Mecenas (68–8 a.C.), um influente conselheiro do imperador Augusto que formou um círculo de intelectuais e poetas, sustentando sua produção artística.

Eduardo VII logo tornou-se um dos personagens da Belle Époque, o período de glamour e deslumbramento vivido pela Europa entre o final do século XIX e o início da 1ª Guerra Mundial, com epicentro na capital francesa. Na vida amorosa, conquistou mulheres de todos os tipos: da norte-americana Jennie Jerome, mãe do futuro primeiro-ministro Winston Churchill, à atriz dramática parisiense Sarah Bernhardt, estrela de A

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