Crack

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Graduação em Serviço Social
Disciplina: Psicologia Geral, Antropologia, Formação Social, Política e Economia do Brasil, FHTM do Serviço Social I

Anne Chaves

O USO DO CRACK:
UM PROBLEMA SOCIAL RESTRITO ÀS METRÓPOLES ?


Sobral / CE
2012
Anne Chaves

O USO DO CRACK:
UM PROBLEMA SOCIAL RESTRITO ÀS METRÓPOLES ?

Produção textual apresentado às disciplinas de Psicologia Geral,Antropologia, Formação Social, Política e Economia do Brasil, FHTM do Serviço Social I, sob orientação de: Lisnéia Rampazzo, Giane Albiazzetti, Gleiton Lima e Rosane Malvezzi, para obtenção parcial de nota no curso de graduação em Serviço Social da Universidade Norte do Paraná - UNOPAR.

Sobral / CE
2012
SUMÁRIOINTRODUÇÃO........................................................................................................................3

1. REPRESENTAÇÃO SOCIAL DO USO DO CRACK EM NOSSA SOCIEDADE....4

2. O PAPEL DO ASSISTENTE SOCIAL NA DROGADIÇÃO......................................4

3. URBANIZAÇÃO X POPULAÇÃO.............................................................................5
4.1 EXPANSÃO URBANA NOBRASIL....................................................................6
4.2 FAMÍLIA REAL E REFORMAS DE PEREIRA PASSOS....................................7

4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS..........................................................................9

INTRODUÇÃO

A busca pelo prazer e novas experiências, curiosidade ou mesmo alívio da dor e sofrimento, são as principais motivações que dão início ao escuro caminho doconsumo de substâncias ilícitas.
Estima-se que 5% da população mundial entre 15 e 64 anos, ou seja, aproximadamente 200 milhões de pessoas fazem uso regular de algum tipo de droga psicotrópica.
O Crack, forma impura de cocaína, é a droga que objetiva este estudo, com a finalidade de apurar sua representação social dada a alta prevalência, representada por 0,3% de uso na vida atualmente.
Com dadosalarmantes, há comprovada evidência de um problema social que abrange pequenas e grandes cidades, presentes em todas as regiões do Brasil.
Problema que envolve Ministério Público, Igreja, Sociedade Civil e Movimentos Sociais, o Crack deixou de ser um mero caso de polícia.

1. REPRESENTAÇÃO SOCIAL DO USO DO CRACK EM NOSSA SOCIEDADE

O crack não apenas destrói o indivíduo, mas todo umsistema organizacional que envolve família, educação, saúde e políticas públicas.
A baixa escolaridade observada entre os dependentes químicos já é tratada na literatura como um grave problema, uma vez que o consumo é iniciado precocemente contribuindo para a evasão, pois a dificuldade de aprendizagem desestimula a freqüência escolar, além da compulsão pelo uso contínuo da droga.
Em sua maioria, osdependentes químicos são solteiros, dado a dificuldade de relacionamentos duradouros, inibindo também o convívio com os demais membros da família.
A alta freqüência de transtornos de personalidade, com alterações comportamentais de agressão e psicose definem a destruição que o dependente químico promove a si mesmo e ao meio em que vive, tornando o seio familiar adoecido e a sociedade vulnerável.Enfrentar e coibir o tráfico com estratégias inteligentes que impeçam os traficantes de dominar áreas da cidade e ameaçar pessoas é papel da Polícia, não esquecendo que o usuário do crack, ou qualquer outra droga, torna-se vítima do próprio vício, escravizado em suas fraquezas, limitado no seu psíquico e detentor de uma cuidadosa atenção para aqueles movimentos sociais que acreditam que valeapena tratar o vício, celebrando vitória por aquele indivíduo estar limpo há cada manhã.

2. O PAPEL DO ASSISTENTE SOCIAL NA DROGADIÇÃO

O indivíduo que busca a drogadição desenvolve alguma compulsão, uma vez que cada tipo de droga age de diferentes maneiras no Sistema Nervoso Central. O Assistente Social necessita conhecer a fundo causas e efeitos para melhor atuar nessa realidade social....
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