Cp5 proposta 1

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Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça
Ano Letivo 2011/2012
Curso de Educação e Formação de Adultos – EFA (ReAct) – NS
CULTURA, LÍNGUA e COMUNICAÇÃO [CLC]
UFCD 6 – Culturas de Urbanismo e Mobilidade
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Proposta de trabalho nº 1
Terminologia e estrutura de documentos e situações de comunicação específicas relacionadas com atemática do urbanismo

Objetivos gerais:
* Recorre a terminologias específicas no âmbito do planeamento e ordenação do território, construção de edifícios e equipamentos.

Objetivos específicos:
* Leitura e análise de textos informativos.
* Resumo e síntese de textos.
* Pesquisa de terminologia inerente aos conteúdos programáticos desta unidade.
* Elaboração de umglossário com termos linguísticos apropriados para inserção em contextos socioprofissionais.

Conceitos – chave: caderno de encargos; projeto de construção; licença de construção; planta; mapa; topografia; carta topográfica; escalas; resumo; síntese.

Recursos / Materiais: Computador com acesso à Internet; Quadro Interactivo; textos informativos em suporte digital; fichas de trabalho; cartazesinformativos; vídeos.

A formadora
Mª Manuela V. Oliveira

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TEXTO
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"Como construir a sua moradia sem ter que aturar umarquiteto"
Quantas pessoas, quando chega o momento de construir a moradia com que sempre sonharam, não passam pela aflição de perguntar a si próprias: será que vou ter de aturar um arquiteto?
Neste pequeno artigo, tentarei explicar como construir uma nova casa, sem se sujeitar às exigências de um desses profissionais. Para que o empreendimento seja levado a cabo com êxito há que fazer trêsimportantes escolhas: estilo, técnico e empreiteiro.

O estilo
Eis-nos perante a primeira decisão a tomar - o estilo da casa. Felizmente não é difícil porque existem apenas dois: o tradicional (também conhecido por rústico) e o moderno, que vem colhendo cada vez mais adeptos entre os jovens.
O tradicional caracteriza-se pelo típico telhado de aba e canudo, a janela de alumínio aos quadradinhos, alareira de cantaria com a sua chaminé e o imprescindível barbecue, testemunho dos inumeráveis prazeres da vida rústica. Já o moderno é completamente diferente, tão diferente que até as coisas mudam de nome. O telhado desaparece, dando lugar à cobertura plana; a janela perde os quadradinhos e passa a chamar-se vão; à chaminé, em tubo de aço inoxidável, chama-se fuga; e barbecue é um termo obsceno quedeve ser evitado na presença das senhoras.
Não existem, pois, quaisquer espécies de dúvidas quanto a questões de estilo - ou se é tradicional ou se é moderno, as duas coisas ao mesmo tempo é impossível.

O técnico
Escolhido o estilo, há que escolher o alfaiate, que aqui designaremos pelo técnico. Trata-se de uma escolha muito fácil, porque o que não falta são técnicos. Intitulem-se elesconstrutores civis diplomados, agentes técnicos de engenharia, eletricistas habilitados ou desenhadores habilidosos, todos se regem pela mesma cartilha, a de João de Deus: o pinto pia, a pipa pinga… Não passaram cinco anos a estudar arquitetura? Não estagiaram mais dois? Que importa isso?
Concentremo-nos apenas nas suas virtudes:
1- Projeto elaborado em tempo recorde.2- Preço: 999 €.
Mas comoconseguem eles ser tão eficazes?
É simples: antes de encomendado, o projeto já está feito. Até parece milagre! Mas não é, o que se passa é o seguinte: o técnico tem duas pastas no computador, uma para projetos em estilo tradicional, outra para os modernos. Escolhido o estilo pelo cliente, é fácil, emenda daqui, remenda de acolá e, numa tarde, o projeto está feito! Para quê complicar?
“Mas o rapaz...
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