Cotidiano no egito antigo

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FACULDADES INTEGRADAS DE TAQUARA- FACAT

NOME: Luciana Salazar CURSO: História
PROFESOR (A): Dóris Magalhães DATA: 17-11-2012
DISCIPLINA: História Antiga I

FICHAMENTOS
Referencia bibliográfica:
MC DOWELL, Andrea. Cotidiano no EgitoAntigo; in: Scientific American Brasil. Cultura e mistérios dos povos antigos. Edição especial nº 10, p.62-67
Texto:
No texto cotidiano no Egito antigo, A autora Andrea MC Dowell. Faz uma rápida abordagem sobre Tebas capital sul do Egito durante o Novo Império (1539-1075) Período que esta um grande centro urbano. Os achados arqueológicos preservam imagens da luxuosa vida dos nobres, e retratamtambém experiências religiosas e a crença na vida após a morte. Porem sobre a vida cotidiana não se tem muito conhecimento, pois as casas eram feitas de tijolos secos ao sol, e este tipo de construção não resistia às alagações, diferente dos monumentos construídos com pedra.
O assunto predominante trata da descrição das peculiaridades da pequena comunidade de Deir el-Medina situado mais ao este daampla cidade antiga, e disposta em uma região árida pode se dizer isolada. Localizada perto das ruinas de Tebas a comunidade era lar dos escultores e escribas que trabalhavam nas tumbas reais. Os trabalhadores usavam placas de calcário para fazer suas anotações estas placas era matéria barata conhecida como óstracos, À maioria dos textos encontrados em Deir El-Medina está registrado em cacos decerâmica ou nestas laminas de calcário. Foi encontrado em Dei el-Medina uma abundancia de monumentos religiosos, bens domésticos e tumbas intactas contendo caixões, moveis e roupas. Porem o texto em sua totalidade refere-se ao rico material que descreve o dia a dia dos moradores desta comunidade. Os textos encontrados que vão desde documentos oficiais a cartas de amor dão vida aos moradores davila, cartas privadas descrevem brigas familiares preocupações com saúde e disputas legais. Os escritos encontrados fornecem uma visão sobre o sistema educacional do Egito Antigo. A riqueza dos textos sugere que a maioria dos homens eram letrados, o que causa um contraste com o resto da sociedade do Egito durante o Novo Império, que nesta época apenas 1% e 2% da população era letrada. Os egípcios daépoca eram burocratas obsessivos, mantinham registros cuidadosos de quase tudo. Acredita-se que o excepcional índice de alfabetização entre os trabalhadores, surgiu porque os artesãos qualificados precisavam entender os hieróglifos para desempenhar seu trabalho nas tumbas reais. A ambição pode ter motivado estes homens; educação e alfabetização era a chave para uma boa carreira no Egito. Apesar dericos detalhes descobertos nos óstracos, sabemos pouco sobre como os moradores de Deir el Medina aprendiam a ler e escrever. Textos do Novo Império indicam, embora muito vagamente que as escolas existiam e que crianças relativamente jovens as frequentavam. Porém não se tenha referencia alguma sobre um prédio escolar, ou estrutura que se pareça com uma sala de aula. Alguns óstracos deixados paratrás fornecem uma ideia um pouco mais completa sobre uma escola secundária, treinamento adicional em leitura, escrita e cultura. Alguns deles contêm data marcando o termino da lição, assinados com o nome do professor e aluno. O sistema educacional em Deir el- Medina difere das demais cidades do Egito, sobretudo no que diz respeito a quem aprendia a ler e escrever. Aparentemente os moradores de vilaconcordavam com as noções difundidas sobre o que deveria ser ensinado, nesta vila os professores, além de treinar os escultores de pedra a escrever em pedaços de calcário, os instruíam sobre a literatura egípcia.

Referencia bibliográfica:
CARDOSO, Ciro Flamarion. O Egito Antigo. São Paulo: Brasiliense, 1996.
Texto:
Segundo o autor o Egito antigo é uma civilização que desperta até os dias...
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