Controles internos e auditoria interna

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CONTROLES INTERNOS E AUDITORIA INTERNA






















1. Introdução 3
2. Controles Internos 4
2.1 Objetividade 8
2.2 Ênfase na Exceção 8
2.3 Tipos de Controle 8
3. Auditoria Interna 11
3.1 Evolução Histórica da Auditoria 11
3.2 Conceituação e Objetivos da Auditoria Interna 13
3.3 Papel dos Auditores Internos 14
4. Conclusão 16
5. ReferênciasBibliográficas 17









1. INTRODUÇÃO
Neste trabalho buscou-se conhecer a importância dos instrumentos de controle interno e auditoria interna, bem como suas principais características, tipos e ferramentas.
Toda a empresa, a ser criada, visa à continuidade, mas para que isto ocorra, faz-se necessária a criação de certos mecanismos de controle interno abrangendo toda a suaadministração. O Controle Interno aplicado e monitorado de forma contínua dentro da organização tem o efeito preventivo sobre os procedimentos por ela adotados.
A auditoria interna, sendo ela no contexto organizacional de extrema importância. Sem exceções, não importando o seu tamanho, torna-se cada vez mais necessário dar relevância ao controle dos processos de uma organização.Para garantir principalmente a entidade maior segurança frente aos possíveis investidores, onde estes poderão garantir a veracidade da análise apurada pela auditoria. A auditoria, além de ser regido por lei, tornou-se algo necessário e parte integrante da longevidade da empresa que adere a transparência das informações prestadas.














2. CONTROLES INTERNOS
Empresassão organizações em que diversas transações são realizadas para que seu objetivo seja alcançado. Assim, diariamente, as empresas compram insumos para sua produção, recebem e estocam estes insumos, recebem pedidos de seus clientes, elaboram ordens de produção e produzem os itens solicitados, entregam os produtos e recebem os valores dos clientes. Além disto, realizam diversos outros processos como acontratação e manutenção da força de trabalho e dos bens utilizados para produzir.
Nenhuma organização que deseja ser perene no mercado sobrevive sem que todas estas transações sejam devidamente registradas e acompanhadas. Com efeito, a falta de informações sobre o que está ocorrendo nestes diversos processos é uma ameaça à sobrevivência da organização.
Além disto, organizaçõesestão sujeitas, diariamente, a diversos riscos que podem ameaçar sua sobrevivência, tais como riscos internos, inerentes a suas operações (ex: mau funcionamento de um equipamento, fraude e roubos), bem como aos riscos advindos do ambiente externo (ex: greves, queda do nível de atividade da economia).
Assim, é fundamental que as organizações acompanhem e monitorem os seus processos bem como asituação do ambiente social, econômico e político do meio em que estão inseridas, como forma de diminuir ou eliminar situações indesejadas que possam colocar em risco seus resultados e sua própria sobrevivência. E isto se faz, basicamente, com um eficiente sistema de controle que permita a identificação, análise e gerenciamento dos processos internos e externos.
A preocupação em relação aogerenciamento dos riscos a que as organizações estão sujeitas gerou diversos estudos tais como os da AICPA (Instituto Americano dos Contadores Públicos Certificados) e organizações voltadas à questão dos controles internos, tais como a comissão americana denominada Commitee of Sponsoring Organizations (mais comumente conhecido como “COSO”), e o Corporate of Government Control dos auditorescanadenses (mais comumente conhecido como “COCO”), entre outras.
Isto posta, podemos agora conceituar “controles internos”.
O COSO, em seu documento “Internal Control – Integrated Framework” define controle interno como um processo conduzido pelo Conselho de Administração, pela administração e pelo corpo de empregados de uma organização, com a finalidade de possibilitar uma garantia...
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