Contra homofobia

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SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO
CURSO de pedagogia


Produção textual interdisciplinar
O Trabalho do Pedagogo no espaço Educativo

MONTES CLAROS
2012

JOANA JOELMA SOARES DA CRUZ

Produção textual interdisciplinar
O Trabalho do Pedagogo no espaço Educativo

Trabalho apresentado ao Curso Superior de Pedagogia - Universidade Norte do Paraná,para as disciplinas do 2º período.

Orientador: Prof. Vilze Vidotti Costa
Lilian Salete Alonso
Carlos Eduardo
Fabio Luis da Silva


MONTES CLAROS
2012

Trabalho em Grupo

Um mundo melhor, um mundo sem preconceito, um mundo sem homofobia.
No século XVIII, chamado séculosdas luzes, pensadores como Rousseau, Montesquieu, Voltaire, Locke, Diderot e D'Alembert defendiam a duras penas o direito de igualdade, liberdade e fraternidade. No entanto, no que diz a respeito ao direito de igualdade isto se finda no que concerne à igualdade perante a lei e não ao dever de sermos iguais nas características. Sendo assim, todo homem ou mulher tem o direito de escolher ser o quebem entender e não deve sofrer nenhum tipo de preconceito quanto a sua cor, credo ou opção sexual.
A escola é o local onde o jovem é formado, moldado para a vida que lhe seguirá dali pra frente, logo deve ser usada como fonte de indignação quanto a qualquer tipo de manifestação preconceituosa.
É verdade que trabalhar como um assunto tão enraizado a preceitos familiares e religiosos não é algo defácil realização, todavia em um mundo de constantes mudanças acreditamos que se pode ensinar ao jovem que ele pode ter uma religião, por mais arcaica que seja, e ainda respeitar a opção sexual de colegas e amigos de uma forma geral.
A escola como ferramenta de conscientização é a mais poderosa arma contra o preconceito. É verdade que gerou nos últimos anos algumas mal fadas tentativas de setrabalhar o assunto como a cartilha feita pelo Governo Federal que acabou por aumentar a polemica sobre o assunto.
Após muito barulho, mobilizações de bancadas no Congresso, pressões e discursos exaltados, o governo cedeu e bateu o martelo, suspendeu o projeto do Ministério da Educação de distribuir aos estudantes da rede pública de ensino cartilha abordando o tema da diversidade sexual. Tema,diga-se, presente diariamente na mídia, na televisão, no cinema, nas conversas nas ruas, nos restaurantes, nos bares etc; mas que, para alguns, deve ser banido das escolas, como se fosse possível alienar a juventude do mundo atual. 

Sendo assim propomos uma atuação de modo que tanto os alunos quanto os pais percebam que o intuito não é induzir o jovem ao homossexualismo, mas promover o respeitoaos colegas que optaram por esta sexualidade.
O projeto tem como principal foco a interdisciplinaridade de modo que cada professor em sua área de atuação possa abordar o tema em questão.
A primeira fase do projeto destina-se aos docentes da escola que tem como prioridade a capacitação dos mesmos sobre como trabalhar o assunto em sala de aula. Sendo assim sugerimos que textos de livros como“Vigiar e Punir: nascimento da prisão”(1987) e “História da sexualidade: a vontade de saber”(1988), de Michel Foucault sejam dados aos mesmos para que possam entender as bases históricas da intolerância a classe. Logo um circulo de palestras será realizados com o intuito de esclarecer as dúvidas dos mesmos.
A segunda fase do projeto irá ser de forma que os professores trabalhem com o aluno aimportância de se respeitar o próximo de maneira a teorizar o tema e criar nos alunos o primeiro contato com o projeto. Desta forma os colaboradores da escola poderão por em prática aquilo que lhes foi ensinado no ciclo de palestras.
Professores de história poderiam trabalhar com assuntos que remetam a questões preconceituosas como a escravidão na Grécia e Roma e a tentativa dos iluministas em...
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