conto

Páginas: 8 (1814 palavras) Publicado: 3 de novembro de 2014
Estava a apenas alguns metros da casa da Leticia onde eu me encontraria com a Beatriz, quando de repente eu ouvi uma forte explosão a alguns quilômetros dali, mais ou menos onde se localizava um dos shoppings da cidade, subiu uma fumaça que tinha de origem de local o centro da cidade, mesmo tão longe dali, comecei a ouvir uma forte onda de gritos desorganizados e vários completamentedesafinados, gritos de pânico e depois derrapadas de carros aos montes. Minhas pernas tremeram por um instante.Não consegui pensar em muita coisa a não ser ir correndo em direção ao apartamento, lá teria uma boa vista e saberia o que estar a acontecer, eu subi e entrei, quando entrei, vi as duas garotas ali no parapeito da janela, incrédulas e completamente assustadas, as feições de medo me espantaram e eucorri para lá, então de longe eu vi, uma mulher de idade, sem um braço e completamente ensanguentada mordendo o pescoço de um rapaz que estava saindo da escola que se localizava ali perto, senti aquele mesmo tremor, só que no corpo todo dessa vez, olhei para meu lado e vi Beatriz desabar no chão, sem reação, ela colocou as mãos sobre a boca e vi duas lágrimas descerem. Eu sentei ao lado dela e aabracei, sussurrando em seu ouvido: -Está tudo bem, eu estou aqui pra te proteger...
Quando terminei essa frase ouvi um forte som perto dali, aquelas mesmas criaturas que comiam outros seres estavam se aproximando, eu percebi que não podíamos ficar ali muito tempo, se aquelas coisas forem realmente zumbis, como eu imaginava, precisava sair dali o mais rápido possível, segurei Leticia pelos ombrose disse para ela pegar comida, bebida, roupas e tudo que é necessário em pelo menos 3 mochilas, esvaziei rapidamente a minha que estava cheia de livros, coloquei facas e outros suprimentos. Por sorte, na casa havia 3 katanas, retirei as três da sua base, peguei o sobretudo do pai de Leticia, botas e calça camuflada, só fiquei com minha blusa do Pink Floyd, coloquei uma das espadas nas minhascostas, logo após a mochila, depois as duas outras katanas na cintura, algumas facas em torno da minha perna, em uma tornozeleira que tinha 4 espaços para coloca-las, peguei também a arma do pai dela, uma pistola automática 8mm preta, com dois cartuchos de balas cheias mais o que já estava no pente.
Como o centro estava lotado, resolvi descer o prédio e ir à direção contraria. O que significava a casada Marina, onde estavam ela, meus amigos Vinicius e André e a irmã dela, Daniela. Mesmo não tendo ocorrido a mais de 30 minutos, os errantes já apareciam pelo caminho, poucos, fáceis de lidar, entretanto isso nos atrasava, precisava chegar lá o quanto antes! Entreguei duas adagas de lamina compridas para Letícia, que já estava mais estável, e durante o caminho encontramos um policial morto,roubamos a arma e eu a entreguei à beatriz. Ela por sua vez, a segurou tremendo, eu coloquei minhas mãos sobre as delas, olhei nos seus olhos e disse:-Bia, Confie em mim, vamos sobreviver, mas preciso que você nos ajude, já já estaremos na casa da Marina, os outros já devem estar prontos! Leticia – a olhei e ela se espantou com meu chamado – me ajude aqui!
Ela levantou a Beatriz e continuamos acorrer, chegando lá perto, estava uma conhecida, da escola, Raquel. Do primeiro ano, ela estava acompanhada da Lilliam, Lana e Jessica. Aproximamo-nos delas rapidamente e pedi que nos acompanhassem, elas aceitaram e foram, chegando à casa da Marina, chamamos e quem abriu o portão foi Vinicius, nos juntamos e arrumamos outros suprimentos. Rapidamente saímos de lá e fomos para uma faculdade ali perto.Quando chegamos lá percebi que as linhas telefônicas assim como a eletricidade ainda estavam funcionando, estávamos em um ginásio fechado. Eu, Vinícius e André começamos a fechar as portas enquanto eu fiquei no segundo andar, peguei meu telefone e fiz uma ligação:- Estamos na faculdade, traga-os e venha para cá imediatamente... Eu não posso acreditar, mas realmente está acontecendo! O apocalipse...
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