Contabilidade de custos

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Índice

introdução

custo por absorção

Introdução: 2
Conceito: 5
Exemplo de Custo por Absorção: 6
Custo por Encomenda: Ordem de Produção 11
Exemplo de Custo por Encomenda (OP): 12
Custo por Processo: 16
Exemplo de Custo por Processo: 17
Custo Padrão: 20
Exemplo de Custo Padrão: 21

custo baseado na atividade - "sistema abc"

Introdução: 23
Alguns conceitos para implementação:24
O ABC no Serviço Médico: 25

conclusão

bibliografia

Introdução

Custos é a parte mais importante da Contabilidade. Suas especificações são de suma importância para varias tomadas de decisão em uma empresa.
No mercado globalizado, concorre-se com todo o mundo, seus produtos precisam de qualidade superior, competitividade, uma boa imagem da empresa e uma das maisessenciais características é um preço baixo (um custo baixo) para conseguir consumidores e mantê-los.
Na Contabilidade de Custos, existem vários métodos para a apropriação de custos, todos são úteis e importantes para uma empresa.
Os custos por absorção determinam o custo de cada unidade produzida e de seu total, nos mostrando onde foram os gastos produtivos, fixos e variáveis, gastos commão-de-obra direta, indireta, água, luz, materiais diretos e indiretos, etc.. No sistema por absorção existe uma difícil tarefa, a de diferenciar custo e despesa, isso pois as despesas são, no caso, não são apropriadas diretamente para os produtos.
Já o sistema ABC, Custo Baseado na Atividade, aloca melhor os Custos Indiretos de Fabricação, pois ele os diferencia por centro ou atividade além dedistribuir os custos normais e despesas, com isso ele é muito mais completo, nos dizendo realmente todos os gastos e custos do produto e não desconsidera pontos importantes como a parte administrativa e de vendas, assim como a parte publicitária.

Custo por Absorção

Introdução:

Para começar, no método por absorção, é preciso entender a separação entre custos e despesa. Osgastos relativos ao processo de produção são custos, e os relativos à administração, às vendas e aos financiamentos são despesas.
Porém, na prática, ocorre uma série de problemas por não ser possível a separação de forma clara e objetiva. Por exemplo, é comum encontrarmos uma única administração, sem a separação da que realmente pertence à fábrica; surge daí a prática de se ratear o gastogeral da administração, parte para despesa e parte para custo, rateio esse sempre arbitrário, já que não há possibilidade prática de uma divisão científica. Normalmente, a divisão é feita em função da proporcionalidade entre número de pessoas na fábrica, ou com base nos demais gastos, ou simplesmente em porcentagens fixadas pela Diretoria.

Como tentativa de solução ou pelo menos desimplificação, algumas regras básicas podem ser seguidas:
a) Valores irrelevantes dentro dos gastos totais da empresa não devem ser rateados.
Se, por exemplo, o gasto com o departamento pessoal for de 0,3% dos gastos totais, deve-se tratá-lo como despesa integralmente, sem rateio para a fábrica.

b) Valores relevantes, porém repetitivos a cada período, que numa eventual divisão teriamsua parte maior considerada como despesa, não devem também ser rateados, tornando-se despesa pelo seu montante integral.
Por exemplo, a administração é centralizada, incluindo a da produção, representando 6% dos gastos totais da empresa; numa eventual distribuição, 2/3 delas ficariam como despesa. Logo, o melhor critério é tratá-la diretamente como despesa.

c) Valores cujo rateioé extremamente arbitrário devem ser evitados para apropriação aos custos.
Por exemplo, a apropriação dos honorários de diretoria só seria relativamente adequada se houvesse um apontamento do tempo e esforço que cada diretor devotasse ao processo de administração e vendas e ao de produção. Como isso é praticamente impossível e já que é extremamente arbitrário qualquer critério de rateio...
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