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SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO
SERVIÇO SOCIAL

SÍLVIA RODRIGUES DE OLIVEIRA
















O USO DO CRACK: UM PROBLEMA SOCIAL RESTRITO ÀS METRÓPOLES?
















Utinga
2012





SÍLVIA RODRIGUES DE OLIVEIRA

















O USO DO CRACK: UM PROBLEMA SOCIAL RESTRITO ÀS METRÓPOLES?Trabalho apresentado ao Curso Serviço social da UNOPAR - Universidade Norte do Paraná, para a disciplina [Piscologia geral.


Prof. GIANE ALBAIAZZETTI, LISNEIA RAMPAZZO, GLEITON LIMA E ROSANE MALVEZZI.








Utinga

2012


SUMÁRIO

PAG.

RESUMO......................................................................................... 04

INTRODUÇÃO ................................................................................. 05

O USO DO CRACK: UM PROBLEMA SOCIAL RESTRITO ÀS METRÓPOLES? ........... 06

CONCLUSÃO ............................................................................... 12

REFERENCIAS ............................................................................ 13
RESUMO

Nosúltimos meses, o crack ocupou as páginas dos principais jornais do país, assim como as notícias das ações, algumas bastante polêmicas, realizadas pelos governantes para combater o uso da droga, como a internação compulsória de usuários do crack e as ações policiais nas chamadas ‘cracolândias’. Com os holofotes da imprensa sobre o assunto, no final de 2011, o Ministério da Saúde lançou o PlanoIntegrado de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas, com o slogan ‘Crack, é Possível Vencer’. Bem antes do lançamento do plano, já no discurso de posse, a presidente Dilma prometeu que esta seria uma das prioridades de sua gestão. O ‘Crack, é Possível Vencer’ prevê medidas em três eixos de atuação – cuidado, autoridade e prevenção – e mantém a possibilidade de convênio com as chamadas comunidadesterapêuticas, um dos pontos mais criticados do programa.
INTRODUÇÃO

O crescimento do consumo e dos problemas relacionados ao uso do crack constitui, atualmente, um grande desafio para a implementação de uma política de atenção aos problemas com drogas no Brasil.
Este desafio exige respostas eficazes do governo e da sociedade, na construção de um programa de intervenção integrada, que inclua açõesrelacionadas à promoção da saúde, de conscientização e informação sobre os riscos do uso do crack, disponibilização de serviços de atendimento, estudos clínicos sobre tratamento, dentre outros.
O surgimento do uso do crack no Brasil foi detectado por redutores de danos que trabalhavam com usuários de drogas injetáveis no início da década de 90.
Quando comparamos a distribuição do uso de vários tiposde drogas pelas parcelas da população brasileira, percebemos que considerando a população como um todo, o uso do crack é muito raro. No entanto, quando se enfoca determinadas parcelas específicas da população encontramos consumo cada vez
maior.
É nessa sociedade que privilegia o ter, transformando a pessoa em simples instrumento; que prega ideais de bem viver, mas que na prática seus reais"valores" são o consumo e o acúmulo de objetos, e que pela mídia controla as maneiras de pensar, sentir e agir dos indivíduos, que o jovem, geralmente entre a puberdade e a adolescência, se vê frente a um vazio interior, sintoma de uma forma social de viver sem sentido. E ao perceber esse vazio sua tendência é preenchê-lo com coisas materiais, no que sempre foi condicionado a fazer: consumindo.Incapaz de trabalhar seus problemas e crises íntimas, busca "soluções" apenas no mundo das exterioridades ou das aparências. E nessa busca pode ir ao encontro das drogas, legais e ilegais, que acenam como "solução mágica" para que a vida continue "sem problemas".
Na história de vida de um dependente de droga, de modo geral, seus primeiros contatos com ela é quando a pessoa está buscando mais...
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