Construção de canal artificial e canal dragado

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CENTRO TECNOLÓGICO ESTADUAL PAROBÉ
TÉCNICO EM ESTRADAS


















CONSTRUÇÃO DE CANAL ARTIFICIAL E CANAL DRAGADO








PORTO ALEGRE – RS
2012
SUMÁRIO



1. INTRODUÇÃO........................................................................................3
2. DESENVOLVIMENTO............................................................................43. CONCLUSÃO.........................................................................................16



























1. INTRODUÇÃO



Este trabalho irá apresentar definições de canal artificial e canal dragado, de que forma são executadas, suas finalidades e as dificuldades para a sua finalização, dando ênfase nos seguintes canais: Canal doPanamá; Canal de Göta; Canal de Corinto; Canal Paulo Afonso, Sete Quedas e a transposição do Rio São Francisco.


























2. DESENVOLVIMENTO



Canal é uma vala artificial, que pode ou não estar revestida de material que lhe dê sustentação e que se destina a passagem da água. Um canal de navegação é um "caminho" na água, que se encontrabalizado por forma a criar um esquema de separação de tráfego que garanta a segurança da navegação.
Canais artificiais podem ser divididos em três classes: Canais Laterais, Canais de Transposição e Canais Marítimos.
Canais Laterais: Os canais laterais são obras que se executam paralelamente aos trabalhos de canalização, sempre que o rio apresenta desníveis naturais e consequentemente quedas d’águaimpossíveis de serem transpostas por qualquer obra já vistas. Seria o caso de Sete Quedas, por exemplo, que eventualmente interrompe o tráfego fluvial, que precisa ser feito nesses trechos por estrada de ferro.

Canal lateral de Sete Quedas

Canais de transposição: Dados dois rios que tenham suas nascentes mais ou menos próximas, e de sentidos contrários, pode-se através de obras decanalização fazer com que a navegação seja possível até a cabeceira destes rios. Um canal de transposição seria o canal artificial que, transpondo o divisor de águas, pusesse em comunicação as suas bacias.
Essas obras podem ser da mais alta importância, como o caso do canal de transposição ligando o Danúbio ao Reno, chamado de rio Meno, pondo em comunicação varias cidades das mais importantes da Europa.
Anavegação pelo Danúbio atinge o ponto mais alto, vencendo 172 metros através de um trecho canalizado, e pelo Reno outro trecho canalizado permite as embarcações subir 75 metros: O canal artificial que liga os dois rios tem mais de 100 km de extensão.
Estas obras apresentam problemas especiais, sendo os mais graves aqueles ligados á escassez de água. O canal artificial deve ser impermeabilizado,impedindo que haja perdas por infiltração. Extremamente difícil se torna o problema de alimentação das eclusas, que nesses trechos superiores de rios se tornam numerosas. Este problema pode resolvido satisfatoriamente no caso do canal entre o Reno e o Danúbio porque existia entre os montes um lago, do qual a água é aduzida para alimentação das eclusas.

Rio Meno, ligando o Rio Danúbio ao RioReno.
Transposição do rio São Francisco O Eixo Norte do projeto, que levará água para os sertões de Pernambuco, Paraíba, Ceará e rio Grande do Norte, terá 400 km de extensão alimentando 4 rios, três sub-bacias do São Francisco (Brígida, Terra Nova e Pajeú),e mais dois açudes: Entre Montes e Chapéu. O Eixo Leste abastecerá parte do sertão e as regiões do agreste de Pernambuco e da Paraíba com 220km aproximadamente até o Rio Paraíba, depois de passar nas bacias do Pajeú, Moxotó e da região agreste de Pernambuco.

Construção de um dos trechos da transposição do Rio São Francisco

Construção das balizas de concreto ao longo da transposição
Canais Marítimos: O principal objetivo dos canais é criar um atalho para a navegação, evitando longos deslocamentos dos navios. Além disso,...
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