Consiencia humana

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  • Publicado : 14 de novembro de 2012
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Não é a consciência que determina a vida, mas sim a vida que determina a consciência”. Em outras palavras: “Não é o indivíduo vivo que determina a vida real,mas a vida real que molda o indivíduo vivo”. Essa frase tem grande relação com o materialismo historio dialético. De acordo com Karl Marx e Friedrich Engels nãoexiste nada estático ou eterno, pois tudo está em perpétua transformação. Se a base material de uma determinada sociedade muda, o modo de vida de seuspertencentes também mudará.
As forças produtivas são inteiramente ligadas as relações sociais. Adquirindo novas forças produtivas, os homens modificam o seu modo deprodução, a maneira de ganhar a vida, modificam todas as relações sócias. Dependendo da nova força de produção adquirida pode levar um empregado a patrão e umpatrão a empregado. Foi o que aconteceu durante a revolução industrial. Como a maior parte da produção era manual, ou seja, de forma artesanal, quando surgiram asgrandes máquinas a vapor, várias famílias, que antes tinham sua própria oficina como meio de produção, foram obrigados a fechá-las movidos pela concorrência quenão podiam enfrentar, virando, assim, a maior parte deles operários das fábricas emergentes.
No mundo em que vivemos ainda é possível ver essas transformações.Um indivíduo que nasce em uma família de classe média tem seu modo de vida diferenciado em relação a outro que nasce em uma família de classe baixa. Claro queaquele terá mais facilidades na vida que este, mas os dois podem mudar o seu padrão de vida para um melhor ou pior, já que tudo está em transformação constante.
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