Complicações relacionadas à punção venosa periférica

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  • Publicado : 3 de junho de 2011
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Complicações Relacionadas à Punção Venosa Periférica

A punção venosa periférica estabelece um acesso direto ao meio intravascular e por isso oferece riscos que vão desde uma infecção local podendo alcançar níveis sistêmicos agravando a condição clínica do paciente.

As complicações relacionadas à punção venosa podem ser classificadas em: Locais: quando são observadas apenas no sítio depunção. Sistêmicas: quando acometem o sistema circulatório pondo em risco a vida do paciente.

Complicações Locais
Flebite Trombose Tromboflebite Hematoma Infiltração Extravasamento

Complicações Sistêmicas
Septicemia Sobrecarga Circulatória Edema Pulmonar Embolia Gasosa Choque por Infusão Rápida Embolia por Cateter

Flebite
É todo tipo de inflamação da parede das veias, que permite aaderência de plaquetas.

Fatores que influenciam o desenvolvimento de flebite: Técnica inadequada de inserção; Má qualidade de veias periféricas; Troca dos curativos diariamente; Infusão pH baixo KCL/ glicose hipertônica/ aa/ lipídeos/ atb alta velocidade de fluxo (subst. ácidas) Cateter Material e tamanho Aumento do tempo de permanência

A flebite é classificada de acordo com fatores causais,que podem ser: Mecânicos: uso de um cateter grande em uma veia pequena; técnica de punção inapropriada; não estabilização do cateter.

Químicos: administração de medicações ou soluções irritantes; medicações diluídas ou misturadas inapropriadamente gerando a presença de pequenas partículas na solução; infusão muito rápida de substâncias ácidas.

Bacterianos: técnica asséptica inadequada tantona inserção do cateter quanto na manipulação e administração de medicações; fixação ineficaz do cateter.
MÃOS DO CORPO CLÍNICO

CONEXÃO
MICROFLORA DA PELE FLUIDO CONTAMINADO

CONTAMINADO NA INSERÇÃO

DISSEMINAÇÃO HEMATOGÊNICA

Pós-infusão: está associada com uma inflamação da veia que usualmente torna-se evidente em 48h a 96h depois que o cateter foi removido.

Sinais e sintomas:Hiperemia local; calor local; edema local; dor local; cordão fibroso palpável ao longo da veia; velocidade de infusão lenta; aumento da temperatura basal.

Hematoma

Flebite

Tratamento:
Interrupção da infusão e reinício em outro local. Aplicar compressa morna, durante 20 minutos, no local afetado.

INS : taxa = 5% da população de pacientes Taxa do HCD = Abr 3,1%/ Mai 3%/ Jun 1,6%/ Jul1,9%

Registro:
Na Evolução / Anotação de Enfermagem Em ficha de Notificação de Ocorrência de Não-Conformidades de Enfermagem

Estabelecer um padrão uniforme para medir os graus de flebite.

Trombose Trauma nas células endoteliais da parede venosa causando aderência de plaquetas, as quais podem levar a formação de coágulo.

Usualmente bloqueia a circulação de sangue

Velocidade degotejamento lenta, o acesso não tem permeabilidade satisfatória ou uma resistência é sentida durante a injeção de medicações

CUIDADO!!!
Se uma oclusão ocorrer, não irrigar: A irrigação de um acesso obstruído com solução salina pode induzir a entrada do coágulo no sistema circulatório, causando uma embolia.

Tratamento:
Retirar o cateter e inserir um outro em local diferente. Aplicar compressasfrias no local para diminuir o fluxo de sangue evitando a aderência de plaquetas ao coágulo que já foi formado.

Tromboflebite Denota uma lesão dupla: trombose e inflamação.

velocidade de fluxo lento, edema nos membros, veia sensível e aparecimento de cordão fibroso, calor local e cordão vermelho visível acima do local de punção.

FLEBITE

TROMBOSE

TROMBOFLEBITE

EMBOLIA Tratamento:
Remover o cateter IV junto com os dispositivos acessórios e reiniciar a terapia IV em extremidade oposta. Aplicar compressas mornas por 20 minutos para propiciar conforto.

Hematoma
Relacionada à técnica do procedimento.Ocorre devido ao trauma na veia durante a inserção: transfixação da veia durante tentativa de punção sem sucesso; retirada do cateter IV sem que a pressão seja...
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