Como a sociedade brasileira vem reagindo a violencia decorrente da questão afrodecendente

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Apoio

2011 Conselho Nacional de Justiça
4ª Composição
Presidente
Corregedora Nacional de Justiça
Conselheiros

Secretário-geral
Coordenação Publicação

Produção
Conteúdo
Revisão
Arte e Designer
Colaboração das Coordenadorias
da Infância e da Juventude (CIJ)

Ministro Antonio Cezar Peluso
Ministra Eliana Calmon Chaves
Ministro Ives Gandra da Silva Martins Filho
MiltonAugusto de Brito Nobre
Leomar Barros Amorim de Sousa
Nelson Tomaz Braga
Paulo de Tarso Tamburini Souza
Walter Nunes da Silva Júnior
Morgana de Almeida Richa
José Adonis Callou de Araújo Sá
Felipe Locke Cavalcanti
Jefferson Luis Kravchychyn
Jorge Hélio Chaves de Oliveira
Marcelo Rossi Nobre
Marcelo da Costa Pinto Neves
Juiz Fernando Florido Marcondes
Daniel Issler
Reinaldo Cintra Torres deCarvalho
Luciano Losekann
Nicolau Lupianhes Neto
Antonio Carlos Malheiros
EXPEDIENTE
Assessoria de Comunicação Social do CNJ
Lúcia Helena Rodrigues Zanetta
Vera Lúcia Polverini
Maria Deusirene
Divanir Junior/Diagramação
SP, RN, RO, PB, PR, BA, PA, TO, ES, PI, GO, RJ

Apresentação
Com custo relativamente baixo e alto potencial para gerar
dependência química, o crack é, dentre assubstâncias
entorpecentes, aquela que tem causado as consequências mais
nefastas em nossa sociedade.
A droga atinge grave e diretamente a saúde física e mental
dos usuários. Mais que isso, e de forma muito rápida, debilita
laços familiares e relações sociais. Nesta medida, constitui
indiscutível fator de aumento das taxas de criminalidade,
violência e outros problemas sociais.
O combate maiseficiente faz-se pela prevenção, e, para tanto,
conhecimento é fundamental.
Esta cartilha, que especialistas elaboraram por solicitação
do Conselho Nacional de Justiça, tem por objetivo levar
informações básicas sobre o tema aos colaboradores do
sistema de justiça.
E o texto, redigido em linguagem simples, está também
à disposição no portal do CNJ (www.cnj.jus.br), de modo
que o acesso serágratuito aos órgãos do poder público e à
população em geral.

Ministro Cezar Peluso
Presidente do Conselho Nacional de Justiça.

Apresentação
A sociedade brasileira vive momentos de otimismo frente
ao cenário econômico mundial, tendo sobre si um elenco
de oportunidades para conquistar novo patamar de
desenvolvimento. O desafio, contudo, é garantir que este
crescimento seja acompanhadode mais justiça social e
respeito ao meio ambiente.
Tal desafio encontra barreiras históricas e exige união de
esforços entre a sociedade e o Estado em torno de consensos
mínimos que contribuam para a elevação da qualidade de vida
dos cidadãos.
O Instituto Crack, Nem Pensar e o Conselho Nacional
de Justiça reuniram suas forças para enfrentar um desses
consensos que afligem nossasfamílias, sobretudo nossas
crianças, adolescentes e jovens, exterminando seu futuro e
frustrando nossa capacidade de realização: o consumo do
Crack e de outras drogas ilícitas.
Por meio desta cartilha e de outras ações de mobilização,
pretendemos alertar a sociedade sobre o perigo desta droga
devastadora e orientar sobre as alternativas de enfrentamento.
Trata-se de parceria aberta em que todos sãoconvidados a
oferecer sua contribuição. Esta, certamente, não é a primeira
iniciativa nesta direção e esperamos que não seja apenas
mais uma. Nosso intuito com este gesto de colaboração é,
justamente, desafiar as forças vivas de nossa comunidade para
uma ação articulada e complementar à tarefa pública. Todos e
cada um pela erradicação deste mal.

Dr. Marcelo Lemos Dornelles
Presidente doInstituto Crack, Nem Pensar.

Apoio

4

Mensagem
Vivemos a era das informações e, em razão disso, o escopo
pedagógico ganha cada vez mais relevância.
O momento caracteriza-se pelo consumo indiscriminado de
drogas, quer lícitas, quer ilícitas.
A ingestão do crack, em especial, pelo seu elevado poder
lesivo, vem colocando em risco milhares de crianças e
adolescentes, seja pelo...
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