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DECOMTEC
Área de Competitividade

Pesquisa FIESP de
Intenção de Investimento 2011

Equipe Técnica

Abril de 2011

PRESIDENTE
Paulo Skaf

Departamento de Competitividade e Tecnologia (DECOMTEC)

DIRETOR TITULAR
José Ricardo Roriz Coelho
DIRETOR TITULAR ADJUNTO
Pierangelo Rossetti

EQUIPE TÉCNICA

DIRETORIA
Airton Caetano
Almir Daier Abdalla
André Luis Romi
Carlos Williamde Macedo Ferreira
Cássio Jordão Motta Vecchiatti
Christina Veronika Stein
Cláudio Grineberg
Cláudio José de Góes
Cláudio Sidnei Moura
Cristiano Veneri Freitas Miano (Representante do CJE)
Denis Perez Martins
Dimas de Melo Pimenta III
Donizete Duarte da Silva
Eduardo Berkovitz Ferreira
Eduardo Camillo Pachikoski
Elias Miguel Haddad
Eustáquio de Freitas Guimarães
Fernando BuenoFrancisco Florindo Sanz Esteban
Francisco Xavier Lopes Zapata
Jayme Marques Filho
João Luiz Fedricci
Jorge Eduardo Suplicy Funaro
Lino Goss Neto
Luiz Carlos Tripodo
Manoel Canosa Miguez
Marcelo Gebara Stephano (Representante do CJE)
Marcelo José Medela
Mario William Esper
Nelson Luis de Carvalho Freire
Newton Cyrano Scartezini
Octaviano Raymundo Carmargo Silva
Olívio Manuel de SouzaÁvila
Rafael Cervone Netto
Robert William Velásquez Salvador (Representante do CJE)
Roberto Musto
Ronaldo da Rocha
Stefano de Angelis
Walter Bartels

GERENTE
Renato Corona Fernandes
EQUIPE TÉCNICA
Albino Fernando Colantuono
André Kalup Vasconcelos
Célia Regina Murad
Daniela Carla Decaro Schettini
Egídio Zardo Junior
Fernando Momesso Pelai
Guilherme Riccioppo Magacho
José Leandro deResende Fernandes
Juliana de Souza
Paulo Sergio Pereira da Rocha
Pedro Guerra Duval Kobler Corrêa
Roberta Cristina Possmai
Silas Lozano Paz
ESTAGIÁRIOS
Gabriel Di Napoli Pastore
APOIO
Maria Cristina Bhering Monteiro Flores
Mauricio Oliveira Medeiros

Sumário Executivo
Após a recuperação verificada em 2010, a economia brasileira enfrenta
um novo problema: como manter sua trajetória deexpansão em um contexto
de valorização cambial e de falta de dinamismo no mercado internacional,
especialmente nos países desenvolvidos?
As projeções para o investimento industrial para 2011, por sua vez,
demonstram que essa manutenção da trajetória de crescimento está bastante
comprometida. O investimento industrial, que é predominantemente induzido
pela demanda, deverá apresentar redução,contrapondo-se ao período anterior,
o que pode ser prejudicial à expansão econômica do país, dada a importância
do investimento como fonte de demanda no curto prazo e como garantidor da
oferta futura no longo prazo.
Taxas elevadas de investimento são essenciais para o crescimento de
uma economia. Conforme foi analisado no IC-FIESP, enquanto o Brasil investiu
18,7% do PIB em 2008 (maior taxados últimos anos), os países Selecionados,
que são os que mais cresceram em competitividade entre os países de renda
similar à brasileira, investiram 24,9% do PIB. Assim, torna-se essencial avaliar
a expectativa de investimento e as estratégias empresariais, conforme segue:


Em 2011, a indústria de transformação deverá investir R$ 167,1 bilhões
em máquinas, equipamentos, instalações,inovação, gestão e P&D, o
que representará uma redução de 4,7% na comparação com os
investimentos de 2010.



O investimento em máquinas e equipamentos, apesar de ser o principal
componente do investimento total da indústria de transformação, deverá
se reduzir 7,3%.



O investimento total da economia, por sua vez, deverá ser sustentado
pelo investimento em Petróleo e Gás e pelosinvestimentos em
infraestrutura e construção. Assim, a taxa de investimento da economia
deverá se manter em 18,4% do PIB – a mesma de 2010.



Apesar da queda no investimento, a demanda por recursos públicos
deve saltar de R$ 29,5 bilhões para R$ 37,1 bilhões, o que exigirá um
3

esforço ainda maior do seu principal financiador, o BNDES, colocando
em foco a necessidade de políticas de...
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