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CENTRO UNIVERSITÁRIO ANHANGUERA-UNIDERP
SERVIÇO SOCIAL

DANIEL FREITAS DE OLIVEIRA
(RA 4157237253)
LEILA MARIA GOMEZ GOUVEIA
(RA 2065130804)
MARIA JOSÉ GALVÃO DE LIRA
(RA 4155245829)
SILVIO TEIXEIRA DE MEDEIROS
(RA 4112208386)


PLANEJAMENTO PARTICIPATIVO:
Prevenção da Violência e Promoção da Sadia Convivência










SANTO ANDRÉ
2011
DANIEL FREITAS DE OLIVEIRA(RA 4157237253)

LEILA MARIA GOMEZ GOUVEIA

(RA 2065130804)

MARIA JOSÉ GALVÃO DE LIRA

(RA 4155245829)

SILVIO TEIXEIRA DE MEDEIROS

(RA 4112208386)







PLANEJAMENTO PARTICIPATIVO:
Prevenção da Violência e Promoção da Sadia Convivência




















































SANTO ANDRÉ
2011
INTRODUÇÃOEsta presente produção acadêmica tem por objetivo cumprir as metas estabelecidas conforme a metodologia desenvolvida pela Universidade Anhanguera-UNIDERP enquanto Atividade Prática Supervisionada (ATPS).
Aqui pretendemos construir um planejamento participativo onde este plano é via de regras, um processo onde há tomada de decisões, pautando se em ações a favorecer uma prática deintervenção na questão da violência doméstica.
Neste processo, onde se comunica sobre os objetivos e metas que se devem atingir num momento futuro, visaram compreender uma determinada realidade valendo-se de um plano participativo de curto prazo de enfrentamento à questão da violência doméstica que interpela nossa realidade cotidiana.
Assim, fazem-se necessárias a compreensão das etapas doprocesso: diagnóstico, programação, caracterização, objetivos, políticas, resumos e avaliação, de modo a ter uma atuação qualificada e planejada, levando em consideração a participação enquanto autonomia e empoderamento daqueles que compõe o processo.














PLANEJAMENTO PARTICIPATIVO:
Prevenção da Violência e Promoção da Sadia Convivência


PASSOS DE UM PLANEJAMENTO1. Diagnóstico
Não existe instituição que sentido em termos de eficiência e de eficácia sem que se faça um diagnóstico seguir dentro de um processo de planejamento. O diagnóstico é uma opinião sobre a realidade (sobre á prática), á luz do marco operativo (diretamente) e do marco doutrinal (em última instancia).
Existem três elementos constitutivos do diagnóstico:- julgamento;
- executar este julgamento sobre uma prática específica (sobre a realidade) da instituição, do grupo ou do movimento, que se planeja;
- executar esta opinião sobre o conjunto de temas do marco referencial (exclusivamente do marco operativo) e com os critérios de estudo oriundos deste mesmo marco referencial (marco doutrinal e marco operativo).Confundem-se diagnóstico com duas outras coisas:
a) com a narração da realidade;
b) com um levantamento de problemas.

Vale apenas destacar três procedimentos que não devemos confundir de maneira alguma com a elaboração de um diagnóstico, na maioria das vezes são necessários e úteis.
• Organizar de um inventário, uma quantificação de todos os elementos queconstituem ou se juntam á realidade planejada;
• Pesquisa exploratória, conveniente e até necessário, quando a instituição não tem clareza sobre seus ideais e seus processos;
• Esclarecimento de questão específica correlacionada a um ponto do diagnóstico geral.


Orientações para a elaboração do diagnóstico

Para detalhar e para comprovar a resposta dada em cada área,considerem-se elementos como:
- Fatos e situações que mostram que estamos mal;
- Fatos e situações que mostram que estamos bem;
- Causas (hipóteses ás vezes) do que vai mal;
- O que já existe (interna e externamente) que ajuda a superar as falhas;
- O que já existe (interna e externamente) que prejudicam a superação das falhas.
As equipes que preparam o...
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