Cloridrato de doxiciclina

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  • Publicado : 27 de setembro de 2011
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1. Dados:

1) Estrutura Química

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2) Nome químico: 4S-(4a, 4aα, 5a,5aα 6α, 12aα)) – 4(dimetilamino) -1,4,4a,5,5a,6,11,12a-octahidro- 3,5,10,12,12a-pentahidroxi-6-metil-1,11-dioxo-naftacenocarboxamida cloridrato hemietanolato hemihidrato.

3) Registro no Chemical Abstract Service (CAS): 24390-14-5.

4) Substância: Cloridrato de Doxiciclina, na proporção de 50% dedoxiciclina base.
5) Nome usual : Cloridrato de doxiciclina

6) Sinonímia: doxiciclina

7) Fórmula empírica e massa molecular : C22H24N2O8.HCl.1/2C2H6O.1/2H2O e 512,9.

2. Identificação:

1) Preparação

A doxiciclina trata-se de um antibiótico de amplo espectro. É uma tetraciclina sintética que não sofre epimerização. Usado na forma de cloridrato. Atua por inibição da síntesede proteínas e bloqueia a união do RNA de transferência ao complexo ribossômico do RNA mensageiro. A união reversível é produzida na subunidade ribossômica 30S dos organismos sensíveis. Não inibe a síntese da parede celular bacteriana.

2) Descrição: O cloridrato de doxiciclina é um pó amarelo claro, cristalino. Higroscópico. Inodoro.

3) Ponto de Fusão: 201°C aproximadamente

4)Solubilidade:

Segundo a Farmacopéia Britânica é livremente solúvel em água, em álcool metílico; pouco solúvel em álcool; praticamente insolúvel em clorofórmio e em éter. Segundo a USP, cloridrato de doxiciclina é: solúvel em água; ligeiramente solúvel em álcool; praticamente insolúvel em clorofórmio e em éter.

5) Reações de Identificação

Não foi encontrado.

3. Doseamento:

Adulto:100mg a 200mg/dia VO, de 12/12h. Dose de manutenção: 100mg/dia VO, em dose única, ou 50mg de 12/12h. Infecções severas e infecções urinárias refratárias: 200mg/dia, VO. A dose e a duração da terapia dependerão da idade, sensibilidade do microorganismo e gravidade da infecção, e deverão ser ajustadas à resposta clínica do paciente

4. Características Farmacotécnicas:

1) Aplicações emformulações farmacêuticas:

Infecções causadas por Chlamydia(tracoma, psitacose, salpingite, uretrite e linfogranuloma venéreo). Infecções por Rickettsia. Brucelose (associado com rifampicina). Doença de Lyme. Infecções respiratórias e genitais por Mycoplasma. Sífilis, em pacientes alérgicos à penicilina. Acne. Infecções periodontais. Exacerbações de bronquite crônica. Sinusite. Prostatitecrônica.

2) Segurança

Perigos mais importantes: perigoso se inalado, ingerido e moderadamente perigoso por contato.

Efeitos do produto
Efeitos adversos à saúde humana: irritação da pele e olhos, em altas doses ultrapassa barreirahematoencefálica e causa sintomas de intoxicação de Sistema Nervoso Central.

Efeitos ambientais: praticamente não tóxica para pássaros, altamente tóxicapara peixes e invertebrados aquáticos, altamente tóxica para abelhas. Insolúvel em água e rapidamente degradada no solo e na água.
Perigos físicos e químicos: produto tóxico.
Perigos específicos: ação em transmissão neural e neuromuscular.

LD-50 intraperitoneal, rato: 262 mg/kg.

Este produto não está na lista de matérias perigosas. Todavia, devem ser observadas as precauções usuais desegurança na manipulação
do produto.

3) Incompatibilidades

Em virtude das tetraciclinas demonstrarem deprimir a atividade protombínica do plasma, pacientes que estiverem tomando anticoagulantes poderão necessitar de uma redução na dosagem dos mesmos. Houve relatos isolados de que o uso concomitante de tetraciclinas e contraceptivos orais pode reduzir a eficácia destes últimos.
Tendo emvista que as drogas bacteriostáticas podem interferir na ação bactericida da penicilina, é aconselhável evitar-se a administração de cloridrato de vibramicina juntamente com penicilina.
Pacientes que estejam sob tratamento com doxiciclina não devem ser tratados com antiácidos que contenham alumínio, cálcio, magnésio ou preparações que contenham ferro e sais de bismuto, uma vez que estes...
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