Climatologia - noções básicas e climas do brasil /climatologia: concepções científicas e escalas de abordagem/de francisco mendonça & inês moresco danni-oliveira

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UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MINAS GERAIS – UEMG
Faculdades Vale do Carangola – FAVALE
Curso de Geografia
ADALTO ALARCON DE SOUZA
HUDSON GIOVANNI N. S.
Fichamento dos capítulos do Livro:
Climatologia - noções básicas e climas do Brasil /Climatologia: Concepções Científicas e Escalas de Abordagem/de Francisco Mendonça & Inês Moresco Danni-Oliveira
Fichamento apresentado à disciplina deClimatologia da Faculdades Vale do Carangola, entidade agregada a Universidade do Estado de Minas Gerais – FAVALE/UEMG, para avaliação e como requisito parcial de aprovação.
Profª. Raquel Ribeiro
Carangola/MG
2011
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UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MINAS GERAIS
FACULDADES VALE DO CARANGOLA – FUNDAÇÃO FAFILE
ALUNOS: ADALTO ALARCON DE SOUZA, Nº. 01 – HUDSON GIOVANNI N. S., Nº. 09
CURSO DE GEOGRAFIAPERÍODO 2º
ASSUNTO: FICHAMENTO DO CAPÍTULO: CLIMATOLOGIA: CONCEPÇÕES CIENTÍFICAS E ESCALAS DE ABORDAGEM, do livro: CLIMATOLOGIA - NOÇÕES BÁSICAS E CLIMAS DO BRASIL.
PROFESSORA: RAQUEL RIBEIRO NETTO LOURENÇO
I – REFERÊNCIA: MENDONÇA, Francisco; DANNI-OLIVEIRA, Inês Moresco; climatologia: concepções científicas e escalas de abordagem. In: Climatologia, noções básicas e climas do Brasil. São Paulo: ed.Officina de Textos, 2007, p. 11 – 25.
TIPO DE TEXTO: Acadêmico.
II – RESUMO
Esta obra de referência reúne os conceitos básicos de Meteorologia e Climatologia, destacando os domínios climáticos e sistemas atmosféricos que regem tempo e climas do continente sul-americano e Brasil. Efeito estufa, El Niño e La Niña e desertificação, associados às mudanças climáticas globais, recebem atençãoespecial. O livro destina-se aos universitários de Geografia, Agronomia, Biologia, entre outros e a professores de Geografia.
III – FICHAMENTO
“Desvendar a dinâmica dos fenômenos naturais, dentre eles, o comportamento da atmosfera, foi necessário para que os grupos sociais superassem a condição de mores sujeito às intempéries naturais e atingissem não somente a compreensão do funcionamento de algunsfenômenos, mas também a condição de utilitários e de manipuladores dos mesmo em diferentes escalas.
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Nos primórdios da humanidade, o conhecimento sobre a atmosfera era muito pobre, assim como era, de maneira geral, todo conhecimento humano naquela época. Assim, atribuía-se a alguns fenômenos a condição de deuses. Por milhares de anos, o raio, o trovão, a chuva torrencial, a intensa seca etc. foramreverenciados como entidades mitológicas ou a elas ligados.” P. 11
“A meteorologia e a Climatologia permanecem, por um longo período da história do homem, como parte de um só ramo do conhecimento no estudo da atmosfera terrestre. Desde os gregos (Século VI a.C.) até por volta do século XVIII d.C., as característica atmosféricas eram observadas e estudadas tanto em fenômenos específicos quanto naespacialidade e temporalidade dos mesmos.”
O tempo atmosférico é o estado momentâneo da atmosfera em um dado instante e lugar. Entende-se por estado da atmosfera o conjunto de atributos que a caracterizam naquele momento, tais como radiação (insolação), temperatura, umidade (precipitação, nebulosidade etc.) e pressão (ventos etc.).” P. 13
“Na sua particularidade geográfica, a Climatologiasitua-se entre as ciências humanas (Geografia, particularmente a Geografia Física) e as ciências naturais (Meteorologia – Física), estando mais relacionada à primeira que à segunda.” P. 14
“Em meados da década de 1930, a abordagem do clima segundo a dinâmica das massas de ar, ganhou importância entre alguns estudiosos da atmosfera no Brasil. Em 1942, Adalberto Serra e Leandro Ratisbona publicaramMassas de ar na América do Sul, obra que se configura como o marco inicial para a compreensão da dinâmica atmosférica do continente sul-americano. A climatologia brasileira também foi impulsionada, na década de 1940, com a fundação do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e com maior participação de geógrafos das universidades de São Paulo e do Rio de Janeiro. Naquela década,...
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