Citologia

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Macapá/AP 2012
Escola Estadual Professor Gabriel de Almeida Café
Alunos : Rodrigo Silva nº 34
Turma: 251 Turno: 1º Série: 2º ano
Data: 02 de abril de 2012






















Macapá/AP 2012
A formação do Estado Moderno
O processo histórico levou ao surgimento do Estado Moderno, que se formou em oposição a duas forçascaracterísticas da Idade Média;
• O regionalismo dos feudos e das cidades, este gerava a fragmentação político-administrativo.
• O universalismo da Igreja católica (e do sacro Império), que espalhava seu poder ideológico e político sobre diferentes regiões européias, esse universalismo gerava a idéia de uma cristandade ocidental.
Vencendo os regionalismos e o universalismo medieval, o Estado modernotinha por objetivo a formação de sociedade nacional, com as seguintes características:
Idioma comum: O elemento cultural que mais influenciou o sentimento nacionalista foi o idioma. Falado pelo mesmo povo, o idioma servia para identificar as origens, tradições e costumes comuns de uma nação.
Território definido: Cada estado foi definido suas fronteiras políticas, estabelecendo os limitesterritoriais de cada governo nacional.
Soberania: No mundo feudal, o poder estava baseado na soberania, isto é na relação e subordinação entre o suserano (senhor) e o vassalo . Aos pouco no lugar do suserano, foi surgindo a noção de soberania, pela qual o soberano (governante) tinha o direito de fazer valer as decisões do Estado perante os súditos.
Exército permanente: Para garantir as decisões dogoverno soberano, foi preciso a formação de exércitos permanentes, controlados pelos reis (soberano).
O Estado absolutista
O Antigo Regime, típico da Idade Moderna, compõe-se dos seguintes elementos: capitalismo comercial, política mercantilista, sistema colonial, sociedade esta mental, Estado absolutista, intolerância religiosa e laicizarão cultural.
O absolutismo, com seu soberano autocrático,caracteriza esse conjunto e até mesmo o simboliza. Não se trata de um simples Estado de transição entre o Estado feudal e o Estado burguês emergente da Revolução Francesa do século XVIII.
O processo de centralização e a absolutização do poder apresentou três momentos bem demarcados: uma etapa feudal, em que os reis se esforçaram para destacar-se dos vassalos; uma etapa moderna, do século XV aoXVI, em que os reis procuraram criar suas próprias instituições (Conselhos, corpo de funcionários, exércitos); e uma etapa de consolidação, séculos XVI a XVIII, em que a racionalização e a burocratização atingiram o apogeu e definiram a forma moderna do Estado.
Essas tendências foram mais intensas na Inglaterra e na França do que em Portugal e na Espanha. Na Itália, a independência das cidadesimpediu a unificação até o século XIX. Na Alemanha, lutas religiosas e sociais fortaleceram os poderes locais. A Holanda foi exceção à regra. Nasceu da revolta contra a Espanha no século XVI, quando as sete províncias do norte formaram a República das Províncias Unidas. Governada por um Stathouder, com poderes civis e militares, e um Pensionário, representante da Assembléia dos Estados, constituiu-senum avanço em matéria de instituições políticas. Com vida econômica intensa, a Holanda era a primeira nação marítima e comercial e centro das feiras industriais da Europa.
A França foi o modelo mais acabado de absolutização do poder. O Estado avançou devido à crise da Baixa Idade Média: as revoluções camponesas e urbanas punham as classes dominantes em xeque e criavam obstáculos ao própriodesenvolvimento econômico. O Estado forte continha as rebeliões e dinamizava a expansão comercial, pro¬movendo a retomada do desenvolvimento econômico.
Estado liberal:
A economia tradicional tem um ponto de vista clássico de ver como os mercados funcionam, isto significa dizer, imbuído no pensamento de Smith, de Ricardo, de Malthus, e alguns outros cientistas do século XVIII que tinham uma...
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