China bom investimento

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China é actualmente o melhor país para investimentos em renováveis, revela estudo
A China é actualmente o país mais atractivo para investir em energias renováveis, segundo um estudo publicado em Setembro pela consultora financeira Ernest&Young. O documento, com o título "Renewable Country Attractiveness Indices" referente a Agosto de 2010, mostra que a China tomou a liderança aos EstadosUnidos da América (EUA), tendo apenas começado a fazer parte desta lista de países mais atractivos para investir em energias renováveis em 2004.
De acordo com a Bloomberg New Energy Finance, no segundo trimestre de 2010, a China atraiu mais de 8,5 mil milhões de euros em investimentos para tecnologias limpas, mais do que a Europa e os EUA juntos. "A chegada da China à primeira posição foisustentada por um apoio forte e consistente à energia renovável", explica o conselheiro para o ambiente e energia da Ernest&Young, Ben Warren.  "A China tem todos os benefícios de capital, vontade política e um mercado massivo", continuou.
Segundo a análise de Warren, uma das razões para os EUA terem visto a sua posição cair tem a ver com o facto de não ter sido promulgada nenhuma Norma para EnergiaRenovável (Renewable Energy Standard) este Verão, o que revela que o país continuar a mostrar alguma resistência em comprometer-se a longo-prazo no apoio a este  sector.
Depois da China e dos EUA, entre os "TOP 10" dos países mais atractivos para investir em energias renováveis, estão a Alemanha (3º), Índia (4º), Itália (5º), Reino Unido (igualmente em 5º), França (6º), Espanha (8º), Canadá (9º) ePortugal (10º

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China ou Índia: qual dos dois é o melhor investimento de longo prazo para as empresas de private equity?
Índia e China são ambos países imensos que acabam de se abrir para o desenvolvimento. Trata-se de nações repletas de oportunidades e de riscos para os investidores de private equity. Como não poderia deixa de ser, a crescente opulênciaeconômica desses países é um convite ao debate sobre qual deles ofereceria melhores condições de investimento.
 
À primeira vista, a Índia pode não parecer uma aposta muito segura por suas estradas esburacadas, suas águas poluídas e pobreza generalizada. Contudo, de acordo com professores da Wharton e especialistas no segmento de private equity em mercados emergentes, esses sinais externos escondem aexistência de fundamentos sólidos para o crescimento econômico como, por exemplo, um governo democrático, um ótimo sistema educacional, conhecimento disseminado do inglês e um grande número de expatriados com muita experiência na prática de negócios do Ocidente.
 
Uma mão-de-obra barata e investimentos diretos externos transformaram a China na usina de produção do mundo sob a batuta de umgoverno que abraçou o capitalismo de estilo ocidental. A China proporcionou retornos espetaculares de private equity nos últimos anos; entretanto, ressaltam os especialistas, as fragilidades do sistema jurídico chinês e possíveis instabilidades políticas continuam a preocupar os investidores.
 
“Há, evidentemente, enormes oportunidades para o segmento de private equity em ambos os países”, avaliaJeremy Siegel, professor de Finanças da Wharton.
 
É preciso avaliar
Com relação ao ambiente mais propício aos investimentos a longo prazo, Siegel diz preferir a Índia. Para ele, atributos como um governo democrático e uma imprensa livre, que vem extirpando a corrupção, superam os investimentos mais impressionantes da China em infra-estrutura portuária, fábricas e sistemas de transporte.
 Siegel se diz igualmente preocupado com o sistema chinês de “guanxi”, em que os negócios são realizados muito mais por meio de redes elaboradas de relacionamentos do que por mérito. A disposição dos americanos de permitir que um empresário seja bem-sucedido, independentemente de suas conexões sociais ou políticas, sempre foi a pedra de toque do sucesso econômico dos EUA, ressalta. “Quem tiver algum...
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