Cegueira e baixa visão e atendimento educacional especializado.

Páginas: 6 (1328 palavras) Publicado: 14 de outubro de 2011
Universidade do Estado da Bahia
Departamento de ciências humanas e tecnológicas
Campus VXII
Disciplina Educação Inclusiva
Docente Cristina
Discentes Zaíra C. B. de Brito
Deficiência Visual

Cegueira e Baixa Visão e Atendimento Educacional Especializado.

1. Introdução.

Sabemos que a Organização Mundial de Saúde (OMS) relata que, anualmente, cerca de 500.000 crianças ficam cegas nomundo. Destas, 70 a 80% morrem durante os primeiros anos de vida, em conseqüência de doenças associada são seu comprometimento visual . Em 1992, a OMS estimava em 1,5 milhões o número de cegos menores do que16 anos no mundo, 90% dos quais viviam em países em desenvolvimento. Estudos populacionais indicam baixa prevalência da cegueira infantil,de 0,2 a 0,3 por 1000 crianças em países desenvolvidos ede 1,0 a 1,5 por1000 crianças em países em desenvolvimento. Já a prevalência de baixa visão é estimada como sendo três vezes maior, segundo o Banco de Dados Mundiais sobre a Cegueira da OMS. Recentemente (1996), a OMS adotou o conceito de anos de cegueira que resulta da multiplicação do número de cegos (ou portadores de baixa visão) pelo número de anos que a pessoa vive cega (ou com baixa visão).Esse conceito foi adotado para comparar a prevalência de diferentes problemas relacionados à deficiência visual.

2. Cegueira

A cegueira em crianças ou adultos, pode ser ocasionada por fatores congênitos ou adventícios, cegueira adquirida. Assim, a criança que não enxerga se utiliza de outros sentidos para se relacionar com o mundo exterior, fazendo suas próprias interpretações sugestivasdo meio em que vive. Diferentemente daquela que vê, e recebe estímulos do seu ambiente.
Nossos sentidos trabalham em sincronia buscando um equilíbrio natural em todo ser humano, porém estamos acostumados a dar um crédito maior a visão, por ser esse o portal de entrada dos sinais externos. Ora, ver é melhor que escutar. Mas e quando falta a visão? O que fazer? Desesperamos á medida que sentimosdesprotegidos, sem poder destacar quem está ao seu lado. Algo de ruim poderia nos acontecer.Será mesmo?
Enquanto nos preocupamos com a perca, esquecemos que possuímos outros sentidos para viver, como a audição, o tato e o olfato. Sentidos esses que se invocados com maior seriedade substituem a visão, de modo que poderíamos viver bem e protegidos.
A criança que possui cegueira congênita,apresenta manifestações de maneirismo, ecolalia e comportamentos estereotipados devido ao vazio ocasionado pela falta de imitação e relação com o mundo externo, daí a importância dos pais e educadores preencherem esse vazio com estímulos sensoriais para que se desenvolva sua capacidade de explorar e conhecer o mundo em que vive. Com a utilização do tato, a sensibilidade provocada pela existência desensações e vibrações, se reconheçam informações valiosas sobre o externo, o familiar. Sendo portanto, sugestivo e particular de cada individuo.
Existem também os casos em que, em um determinado momento da vida algo acontece de errado e por uma fatalidade do destino, a perde-se a visão. Mas então o que fazer? As experiências anteriores ao acontecido tornam-se agora ponta de explicação para a vida adiante. Os sentidos são os olheiros para a vida.
3. Baixa Visão.

Conhecida por visão subnormal, a baixa visão está relacionada a uma série de fatores que vão desde o nascimento ou à perda percentual do campo visual. Sabemos que a acuidade visual de pessoas, principalmente crianças com baixa visão é variável, definindo, como uma condição específica que não pode ser corrigida por óculos. Porisso, a dificuldade em praticar atividades diária e escolares.
A baixa visão é muito comum nos idosos mas pode ocorrer em crianças, devidos a doenças como degeneração macular, glaucoma, retinopatia diabética, ou catarata. A eficiência da visão pode sofrer algumas alterações devidos a comodidade da luz, fatores ambientais e emocionais. Sendo, algumas vezes mal-interpretados por professores em...
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