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  • Publicado : 23 de abril de 2013
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INTRODUÇÃO

O trabalho apresentara a questão de infecções hospitalares, formular ações, para a diminuição de infecções hospitalares, elaborar e implementar melhorias que possam diminuir ao máximo a infecção hospitalar, com isso criaram comissões, que aplicam medidas de controle, o trabalho também apresenta analises globais de custo beneficio dos programas de controle, e o que compete acada comissão realizar entre outros, e no final concluirei o desenvolvimento do mesmo.

























EFICÁCIA DOS PROGRAMAS DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR

Infecção hospitalar (IH) é toda infecção adquirida durante três internação hospitalar, sendo geralmente provocada pela própria flora bacterianahumana, que se desequilibra com os mecanismos de defesa antiinfecciosa em decorrência da doença, dos procedimentos invasivos (soros, cateteres e cirurgias) e do contato com a flora hospitalar. Estudos realizados nos EUA pelo Centro para Controle de Doenças (Centers for Diseases Control - CDC) de Atlanta mostram que a infecção hospitalar prolonga a permanência de um paciente no hospital em, pelomenos, 4 dias, ao custo adicional de US$1.800,OO. Para reduzir o problema, a Organização Mundial da Saúde recomenda a adoção de políticas nacionais de prevenção e controle de infecção hospitalar, estimulando a constituição de comissões de controle de infecção em todos hospitais.
O risco de adquirir infecções é determinado pela suscetibilidade do cliente. Ele pode ser inerente a determinadascondições clínicas responsáveis pela hospitalização introduzida por procedimentos hospitalares.
O cliente admitido no hospital apresenta alterações significativas em sua flora microbiana. As modificações da flora norma] em tecidos não-estéreis dos hospedeiros (pele e .mucosa) ou a colonização de seus tecidos estéreis resultam em infecção quando suas defesas não são suficientes para controlar amultiplicação microbiana.
Consequentemente, distinguem-se duas classes de fatores predisponentes às infecções hospitalares:
* intrínsecos - do próprio cliente;
* extrínsecos- todos os procedimentos hospitalares que diminuem a resistência á infecção.

Segundo Aguiar, as infecções hospitalares estão representadas num conjunto de patologias diversas que acometem os clientes em regime deinternação. Aceita-se que as infecções hospitalares resultem basicamente da diminuição das defesas anti-infecciosas do cliente (locais ou sistêmicas), que permite o desenvolvimento excessivo de sua microbiota e a consequente invasão dos tecidos estéreis do seu organismo.
CLASSIFICAÇÃO DAS INFECÇÕES HOSPITALARES

As infecções hospitalares são classificadas de acordo com a sua localização anatômica. Asprincipais são as infecções urinarias cirúrgicas, bronco pulmonares e septicêmicas. Aproximadamente 30% das infecções hospitalares de um hospital geral localizam-se no trato urinário e tem corno causa uma patologia urinária predisponente ou uma cateterização vesical. Cerca de 20% localizam-se na ferida ou na cavidade operada. Baseando-se em estudo cooperativo realizado pelo National ResearchCouncil dos Estados Unidos, Aguiar sugere uma incidência média de 7,4%.
A infecção da ferida cirúrgica depende do número inicial de microrganismos e do estado dos mecanismos locais de defesa para controle da manipulação destes. O conceito de que a infecção incisional depende fundamentalmente do número de microrganismos presentes na ferida foi de início, sugerido por cirurgiões franceses durante aPrimeira Guerra Mundial. Posteriormente, em 1950, Eleck demonstrou que eram necessários 7.500.000 estafilococos para provocar uma lesão cutânea no homem; esta dose reduzia-se a 7.500 caso a peje estivesse suturada. Liedburg et aI. relataram que a dose de bactérias capaz de provocar rejeição de enxertos cutâneos é de 100.000/cm2. Lindsey et al. registraram que o número crítico de clostrídios...
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