Caso polemico

Disponível somente no TrabalhosFeitos
  • Páginas : 43 (10524 palavras )
  • Download(s) : 0
  • Publicado : 28 de agosto de 2012
Ler documento completo
Amostra do texto
TRABALHO: JULGAR UM CASO POLÊMICO

DISCIPLINA: DIREITO
TEMA ESCOLHIDO: REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENAL
CASO: MENOR MATA CRIANÇA PILOTANDO JET SKY
OBJETIVO: DIMINUIR A MAIORIDADE PENAL PARA 12 ANOS

-------------------------------------------------
TURMA: NADN
-------------------------------------------------
Nomes:RA:
-------------------------------------------------
Caso
Menina de 3 anos morre atropelada por Jet Sky no litoral de São Paulo.
Grazielly Almeida Lames,moradora de Artur Nogueira, foi morta no dia 18 de fevereiro na Praia de Guaratuba, em Bertioga, no litoral de São Paulo, ela visitava o mar pela primeira vez, brincava com amãe na área rasa da praia quando o jet ski desgovernado a atingiu na cabeça. Ela foi levada de helicóptero ao Hospital Municipal de Bertioga, com traumatismo craniano, mas chegou já morta.

Grazielly foi atropelada quando brincava na Praia de Guaratuba
Fuga
De acordo com testemunhas, o garoto deixou a praia de Guaratuba, onde ocorreu a tragédia, logo após o acidente, sem prestar socorro. Todosdeixaram o condomínio de luxo em Bertioga, logo depois do acidente. Mas o advogado que o representa disse ontem que a família temia represálias, pois havia "um clima de revolta muito grande" no local.
A fuga para a Riviera foi para aguardar o pai do adolescente, que estava em Mogi das Cruzes, para buscá-los.
Ele teria corrido para o condomínio onde estava hospedado, na casa dos padrinhos, edepois foi levado por sua mãe até a Riviera de São Lourenço, a poucos quilômetros dali, onde possuem uma casa
Versão do acusado e advogado de defesa
O adolescente que, segundo testemunhas, estava na garupa da moto aquática que atingiu Grazielly foi ouvido pela Polícia Civil, em Santos. Em seu depoimento, o garoto contou que o dono do equipamento, padrinho do outro adolescente que manuseava a motoaquática, autorizou o uso do veículo.

O jovem também contou que, após a autorização, o caseiro da família abasteceu a moto aquática, colocou-a no mar e entregou a chave para o outro adolescente. O jovem ligou o veículo, mas não prendeu a chave no pulso. O equipamento girou na água e seguiu descontrolado até a areia, onde atingiu a menina.

Segundo o advogado, o adolescente deu partida noveículo, mas o jet ski se projetou para a praia sozinho, atingido a vítima.
A informação foi confirmada pelo delegado da Polícia Civil Marcelo Rodrigues, que investiga o caso. Mas, para ele, o fato não exime a responsabilidade do adolescente, e outras testemunhas ainda devem ser ouvidas para confirmar o que ocorreu, de fato.
"Foi ele quem deu início a uma ação cujo resultado foi a morte da Grazielly.Se estava ou não na hora em que ela foi atropelada, não faz diferença, porque a ação dele deu início a tudo isso", afirmou o delegado.
Ainda segundo Rodrigues, o maior problema em relação ao jet ski é a irresponsabilidade dos pais, que deixam filhos menores de idade pilotarem o equipamento.
"Se ficar comprovado que alguém emprestou o veículo, o proprietário será responsabilizado. Porque, nomínimo, ele assumiu um risco muito grande ao deixar um garoto de 14 anos pilotar um jet ski", completou o delegado.
Para dirigir um jet ski, é preciso ser maior de idade e possuir uma autorização especial da Capitania dos Portos. Alguns modelos chegam a atingir 150 km/h. Devido a acidentes, a locação dos aparelhos já foi proibida em cidades litorâneas paulistas, como no Guarujá.
Ousadia
Testemunhadiz que jovem dava 'cavalo de pau' com moto aquática na praia
O advogado da família de Grazielly Almeida Lames, de três anos, morta após ter sido atropelada por uma moto aquática quando brincava na Praia de Guaratuba, em Bertioga, no litoral de São Paulo, afirmou que pretende apresentar à Promotoria de Justiça de Bertioga, litoral de São Paulo, na tarde desta terça-feira, uma testemunha que...
tracking img