Caso dos exploradores de caverna

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  • Publicado : 8 de abril de 2013
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Ministro e Juiz de direito – Foster J. : Acredita que os exploradores são inocentes, devido ao suposto equívoco da lei.
Primeiro fundamento do voto
Premissas independentes:
* Afirma que o direitopositivo não se aplica nesse caso, pois os réus encontravam-se no Estado de Natureza.
* Afirma que o direito não se aplica nesse caso devido ao limite territorial. Elaboração de uma novaconstituição que condiz a essa peculiar situação
Conclusão: Os réus não se encontravam em um “Estado de sociedade civil”, e sim num “Estado Natural”.
Foster sustenta o argumento comparando a morte dos deztrabalhadores para salvar a vida dos cinco exploradores, assim como mais tarde, um explorador se sacrificou para salvar a vida dos outros quatro.
Segundo fundamento do voto
Praticar um ato que viola atradução literal da lei sem violar a lei propriamente dita, em outras palavras, infringir a letra da lei sem infringir a lei.
Foster sustenta sua tese defendendo que os óbvios equívocos legislativosdeverão ser diluídos.

Ministro e Juiz de direito Tatting J.: Se contrapõe aos argumentos de Foster, dizendo que tudo não basta de uma falácia.
Todos os argumentos em primeira parte foram revogados pelojuiz Tatting.
Tatting não sabe qual é o seu ponto de vista, se é cabível condená-los à morte ou não. Logo, Tatting recusa-se a julgar o caso

Keen J.: Inicia o seu argumento dizendo que, se porventura,fosse o chefe do Poder Executivo, concederia aos réus o perdão total. Termina dizendo que este é o seu ponto de vista como um cidadão, e não como um jurista.
Afirma que os réus privaramintencionalmente a vida de Roger Whetmore, logo, devem ser julgados e condenados.
Relata sobre a forma dos antigos juízes de pensar. A vontade própria se sobrepõe à lei propriamente dita, fazendo com que hajaambigüidade na constituição. Durante esse tempo surge a expressão “Cada cabeça uma sentença”
Conclui que se deve confirmar a sentença condenatória.

Handy j.: Compara o caso dos exploradores com o...
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