Case rocwael

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Fotos: Patrick Person

ESTOQUES

Terceirização garante
maior eficiência no
gerenciamento de estoques
Ao transferir as operações de armazenagem e gerenciamento de peças importadas para
um operador logístico, processo que teve início há cinco anos, a Rockwell Automation
chegou a resultados que foram além dos objetivos propostos no projetoinicial de
terceirização. Além de um salto qualitativo na performance dessas operações,
eliminando erros de expedição e reduzindo o tempo de atendimento de pedidos
e custos, foi estabelecido um programa de melhoria contínua dos processos

L

íder global no fornecimento de
soluções de automação industrial
e única empresa fabricante do
Controlador Lógico Programável
(CLP), com unidadeindustrial no país
desde 1983, a Rockwell Automation do
Brasil decidiu terceirizar as operações
de armazenagem e o gerenciamento de
84 - Revista Tecnologística - Outubro/2006

peças importadas de alto valor agregado em 2001, e hoje faz um balanço extremamente positivo do modelo implementado em conjunto com a Columbia, o operador logístico que assumiu as operações. Não somente pelos
inúmerosganhos que vem obtendo,
mas também pela possibilidade de ava-

liar permanentemente as performances e buscar novas oportunidades para
a melhoria contínua dos serviços.
No escopo da decisão por terceirizar
estava, de um lado, permitir à empresa
focar-se mais no seu core-business e, de
outro, promover um salto qualitativo
nas operações, com o suporte de tecno-

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logias e sistemas adequados e instalações mais apropriadas, sem exigir novos investimentos e, ainda, proporcionar uma redução de custos. Para alcançar esses objetivos, a Rockwell estabeleceu um plano de implementação
em duas fases. A primeira, voltada para
a terceirização do estoque, com duração
prevista de dois anos, quando então se
partiria para a segunda fase, a dedesenvolvimento do entreposto aduaneiro e
do centro de distribuição integrados.
“A primeira fase começou a ser executada por um outro operador. Mas, ao
partir para a segunda, transferimos todas as operações para a Columbia, que
nos apresentou uma solução mais
abrangente em termos de serviços oferecidos em seu centro logístico, composto de um porto seco e um centro de
distribuição, um ao ladodo outro. Consideramos que era uma oferta bastante
boa em termos logísticos. E, assim, eles
assumiram todo o trabalho previsto nas
duas fases”, lembra Maurício Kussaba,
gerente de Logística da Rockwell, informando que a terceirização para este
operador já completou três anos.
Diariamente, cerca de uma tonelada
de produtos importados pela Rockwell
chega ao aeroporto de Guarulhos, naGrande São Paulo, a maior parte (99%)
proveniente da matriz nos Estados
Unidos e o restante das unidades do
Canadá e da Europa. São, basicamente,
componentes eletrônicos utilizados na
produção local, ou produtos acabados,
o CLP pronto. “Alguns modelos são fabricados aqui e outros comprados da
matriz e só comercializados no país.
Assim como o que produzimos localmente, além de abastecer omercado
interno, é exportado para a matriz”,
explica Kussaba.
A retirada desse material e entrega
no porto seco da Columbia, em Barueri
(também na Grande São Paulo), está a
cargo da UPS, responsável também pela distribuição posterior. Após o desem-

baraço aduaneiro, aproximadamente
50% das peças vão para a fábrica da
Rockwell, que fica no bairro de Água
Branca, na capital paulista. A outraparte, que são os produtos acabados, segue
para o centro de distribuição da Columbia. “Em 90% dos pedidos que
atendemos é o cliente que retira os produtos no CD. Os 10% de entrega que
fazemos são para clientes localizados na
Grande São Paulo”, complementa o
gerente. Os produtos feitos aqui
também são armazenados no CD da
Columbia, num volume mensal de
cinco mil unidades, com programação...
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