Case cesp

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CASE CESP – CENTRO EMPRESARIAL DE SÃO PAULO.





1. CESP – CENTRO EMPRESARIAL DE SÃO PAULO.





A CESP é um complexo construído há mais de seis anos e está instalado na Rua Princesa Isabel (travessa da Av. dos Bandeirantes) e aproximadamente a 1km de distância do aeroporto de Congonhas.

O Centro Empresarial de SP tem 180.546,18 m² de área construída, incluindo o centro comercial(restaurantes, bancos, lojas, lotéricas, casa de câmbio, fast foods, entre outros). No complexo existem duas torres, sendo a Torre SP - A com 29 andares e a Torre SP - B com 27 andares.

A Torre SP A, a mais alta do complexo, é um dos maiores edifícios do estado. Atualmente, a torre é sede de várias empresas multinacionais e conta com um heliponto que é utilizado freqüentemente pelos executivosdas empresas condôminas. Existem 22 empresas instaladas no complexo nos mais diversos segmentos. Química, Agrotóxica, Bancária, Tecnológica, Varejo, Comunicação etc.

As torres possuem três subsolos de estacionamentos destinados ao público em geral, aos funcionários das empresas, prestadores de serviço, fornecedores e visitantes.

No complexo existe uma ligação subterrânea no 1º subsolo com oCentro Comercial (shopping existente no complexo). O shopping possui lojas, diversos bancos e caixas eletrônicos, restaurantes, fast foods, câmbio e lotéricas. Algumas das empresas também possuem caixas eletrônicos em seus andares.

A região é bem atrativa e movimentada, tendo uma grande proximidade com uma favela.

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2. AMBIENTAÇÃO





2.1 PROBLEMÁTICA DO CESP –CENTRO EMPRESARIAL DE SÃO PAULO

A segurança em empreendimentos de grande porte, como do CESP, é a visibilidade da segurança. Há a necessidade da estrutura de segurança tornar-se visível, para poder passar aos usuários a sensação de segurança.

A implantação de ferramentas tecnológicas (sistemas informatizados e eletrônicos) deve ser encarada como sendo ferramentas de suporte e auxiliares naprevenção e detecção de situações de risco.



Hoje no CESP existe uma política e infra-estrutura dissuasiva, visando passar aos usuários a “sensação” de segurança. Esta sensação é operacionalizada pelas rondas motorizadas. Tais medidas fazem “aparecer” a segurança latente no CESP, transmitindo desta forma a sensação de segurança.


Por se tratar de um empreendimento aberto ao público existeuma grande dificuldade em gerenciar o controle de pessoas, tornando o controle de acesso a maior problemática do CESP, considerando também o fato de existirem interligações entre o shopping, além do grande fluxo constante de pessoas.


No complexo, as empresas estão preparando a estrutura para a criação de um CONSEG, com o qual eles acreditam que conseguirão força política para aumentar asrondas ostensivas da segurança pública na região.

O complexo em média tem um fluxo de 4.800 pessoas diárias, sendo em média 1.300 visitas e 3.500 funcionários das empresas





2.2 PONTOS CRÍTICOS DO CESP – CENTRO EMPRESARIAL DE SÃO PAULO.





Os pontos críticos são áreas consideradas de maior sensibilidade ao CESP, sob o ponto de vista da segurança. São eles:




a) ACESSO DEVEÍCULOS = Não há controle de acesso, tendo em vista ser de uso comum ao público em geral.


b) ACESSO A CARGA /DESCARGA (PRESTADORES DE SERVIÇO) = não existe segregação do acesso.

c) BANCOS, CÂMBIO, LOTÉRICA – 1º SUBSOLO = atrativo para a realização de roubos e conseqüentemente colocar em risco a imagem e usuários do CESP.





d) GRUPOS DE GERADORES E GERAÇÃO A GÁS = estratégicos para ofuncionamento de determinadas empresas e do próprio CESP, em caso de contingência. Não há monitoramento ou controle de acesso. Não há monitoramento ou controle de acesso.


e) CORREDORES TÉCNICOS – SHAFTS = pontos sensíveis para sabotagem em sistemas críticos de inúmeras empresas do CESP. Não há monitoramento ou controle de acesso.


f) NUMERÁRIO DE LOJAS E RESTAURANTES = atrativo para a...
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