Carta enciclica ecclecia de eicharistia do sumo pontífice joão paulo ii

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ESCOLA DE TEOLOGIA
NOVA ANDRADINA












CARTA ENCÍCLICA
ECCLELSIA DE EUCHARISTIA
DO SUMO PONTÍFICE
JOÃO PAULO II






Professora: Cida

Aluno: Cirilo Ramos Júnior

20 de fevereiro de 2010
Cirilo.ramos@bol.com.br


Em sua introdução a Carta Encíclica Ecclesia de Eucaristia o Papa João Paulo II, emocionado, relata que aIgreja vive da Eucaristia e que esta verdade não exprime apenas uma experiência diária de fé, mas contém, em síntese o próprio núcleo da Igreja e que desde o Pentecostes, quando a Igreja, povo da nova aliança, iniciou a sua peregrinação para a pátria celeste, este sacramento divino foi ritmando os seus dias, enchendo-os de consoladora esperança.


O concilio Vaticano II justamenteafirmo que o sacrifício da eucaristia é fonte e centro de toda a vida cristã.


Na Santíssima Trindade, esta contida todo o tesouro espiritual da Igreja, isto é o próprio Cristo, a nossa Páscoa e o pão vivo que dá aos homens a vida mediante a sua carne vivificada e vivificadora pelo Espírito Santo.


A maior emoção do Papa João Paulo II, foi durante o Grande Jubileu do ano 2000quando pude celebrar a Eucaristia no Cenáculo de Jerusalém, onde, segundo a tradição, o próprio Cristo a realizou pela primeira vez,


O Cenáculo é lugar da instituição deste santíssimo sacramento.


Foi lá que Jesus tomou em suas mãos o pão, partiu-o e deu-o aos seus discípulos, dizendo Tomai, todos, e comei: Isto é o meu Corpo que será entregue por vós.


Depois,tomou em suas mãos o cálice com vinho e disse-lhes: Tomai, todos, e bebei: Este é o cálice do meu Sangue,o Sangue da nova e eterna aliança, que será derramado por vós e por todos para remissão dos pecados.


Emocionado deu graças ao Senhor por lhe ter permitido repetir no mesmo lugar, obedecendo ao seu mandato: Fazei isso em memória de mim, as palavras por Ele pronunciadas há dois milanos.


O Papa João Paulo II achou que os Apóstolos, que tomaram parte da Última Ceia não entenderam as palavras saídas dos lábios de Cristo. Pois elas seriam esclarecidas plenamente só no fim do Triduum Sacrum, ou seja, aquele período de tempo que vai da tarde de Quinta Feira Santa até a manhã de Domingo da Páscoa.


Nestes dias, esta contida o mysterium pachale; neles estáincluído também o mysterium eucharisticum.


Do mistério pascal nasce a Igreja. Por isso mesmo que a Eucaristia, que é o sacramento por excelência do mistério pascal, está colocada no centro da vida eclesial. Isto é visível desde as primeiras imagens da Igreja que nos dão os Atos dos Apóstolos: Eram assíduos ao ensino dos apóstolos, à união fraterna do pão.e às orações.


Nafração do pão é evocada a Eucaristia. Dois mil anos depois continuam a realizar aquela imagem primordial da Igreja. E, ao fazê-lo na celebração eucarística, os olhos se voltam para o Tríduo Pascal para o que se realizou na noite de Quinta Feira Santa, durante a Última Ceia, e nas horas sucessivas. A instituição da Eucaristia antecipava, sacramentalmente, os acontecimentos que teriam lugar poucodepois, a começar no Getsémani.


Revemos Jesus que sai do Cenáculo, desce com os discípulos, atravessa a torrente do Cedron e chega ao Horto das Oliveiras, onde existem, ainda hoje,algumas oliveiras muito antigas, as quais, talvez, puderem testemunhar este acontecimento naquela noite, quando Cristo, em oração, sentiu uma angustia mortal e o seu suor tornou-se como grossas gotas desangue, que caiam na terra. O sangue que, pouco antes, tinha entregado à Igreja como vinho da salvação no sacramento Eucarístico, começava a ser derramado; a sua efusão completar-se-ia depois no Golgota, tornando-se o instrumento da nossa redenção: Cristo, vindo como Sumo Sacerdote dos bens futuros, entrou uma só vez no Santo dos Santos, não com o sangue dos carneiros ou dos bezerros, mas com o seu...
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