Carlos Fuentes - Vida e Morte

596 palavras 3 páginas
O fragmento do texto de Carlos Fuentes trata de elaborar um histórico das sociedades mesoamericanas baseado na mitologia destes povos. Na cultura asteca o homem foi criado pelo deus Quetzalcóalt, a serpente emplumada, que também é responsável pela criação da agricultura, fonte principal de sobrevivência das culturas meso-americanas e portanto sempre ritualizada de acordo com sua mitologia.
Quetzalcóalt além de ser o criador do homem e da agricultura, também era representado de natureza boa e de muita simpatia para com os humanos. Este seria o único deus de pele branca, fato que mais tarde ajudaria muito na conquista de espanhola no Império Asteca pelos espanhóis. Este fato se deu pois na mitologia, Quetzalcóalt havia saído daquelas terras com a promessa de retorno, e com a chegada espanhola Cortez foi confundido com o deus, e assim supostamente estaria cumprida a profecia e o deus estaria regressando a sua casa.
Na mitologia mesoamericana a morte detinha um lugar de honra. Os sacrifícios humanos eram o ponto central da sociedade em que acreditava na necessidade de sangue para que o Sol voltasse a nascer (nesta cultura acreditava-se que o Sol morria e renascia todos os dias).
Apesar de normalmente só se discutir sobre os Impérios Maias e Astecas, segundo o autor estas foram somente as últimas antes do contato com os espanhóis. Os Astecas eram um conjunto de sociedades guerreiras que se submetiam ao controle de uma, os mexicas.
A relação do homem com a natureza era uma constante preocupação das sociedades mesoamericanas que acreditavam que deviam temer e respeitar a ela. Se acreditava que o poder e a liberdade dos homens só se era adquirida quando estes aprendiam a evitar o caos, e por meio da vida beligerante dos sacrifícios por eles efetuados constantemente, a ordem era assegurada, e consequentemente seu poder e liberdade eram mais amplos.
A sociedade tolteca exerceu forte influência na cultura asteca, e o grande exemplo disso é o deus Huitzilopochtli,

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