Car gustav jung

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Carl Gustav Jung Conhecido(a) por fundar a psicologia analítica
Nascimento 26 de julho de 1875
Kesswil, Turgóvia
Morte 6 de junho de 1961 (85 anos) Küsnacht, Zurique
Nacionalidade
Suíça
Cônjuge
Emma Jung[1][2] (1882-1955)
Filho(s)
Agathe
Anna
Franz
Marianne
Emma
Ocupação
psiquiatra
Influência
Ideias notáveis
Inconsciente coletivo
Individuação
Arquétipos


CarlGustav Jung (Kesswil, 26 de julho de 1875 — Küsnacht, 6 de junho de 1961) foi um psiquiatra suíço e fundador da psicologia analítica, também conhecida como psicologia junguiana.
Índice
Vida 1.1 Juventude
1.2 Primeiros estudos
1.3 Encontro com Sigmund Freud
1.4 Confronto com o inconsciente
1.5 Polêmicas sobre nazismo
1.6 Reconhecimento internacional
1.7 Últimosdias
2 A psicologia analítica 2.1 Os tipos psicológicos
2.2 A psique objetiva
2.3 Sincronicidade
2.4 Imagens do inconsciente
2.5 Jung - Uma resposta ao nosso tempo
3 Breve biografia em tópicos
4 Obras
5 Alguns termos empregados por Jung na descrição da psique
6 Ver também
7 Notas
8 Bibliografia
9 Ligações externas


Vida Juventude
Kesswil, a cidade natal de Jung.
Osassuntos com que Jung ocupou-se surgiram em parte do fundo pessoal que é vividamente descrito em sua autobiografia, "Memórias, Sonhos, Reflexões" (1961). Ao longo de sua vida Jung experimentou sonhos periódicos e visões com notáveis características mitológicas e religiosas, os quais despertaram o interesse por mitos, sonhos e a psicologia da religião. Ao lado destas experiências, certos fenômenosparapsicológicos emergiam, sempre para lhe redobrar o espanto e o questionamento.
Por muitos anos Jung sentiu possuir duas personalidades separadas: um ego público, exterior, que era envolvido com o mundo familiar, e um eu interno, secreto, que tinha uma proximidade especial para com Deus. Ele reconhecia ter herdado isso de sua mãe, que tinha a notável capacidade de "ver homens e coisas taiscomo são". A interação entre esses egos foi o tema central da sua vida pessoal e contribuiu mais tarde para a sua ênfase no esforço do indivíduo para integração e inteireza.
O pai, um reverendo, já deixou-lhe como herança uma fé cega que se mantinha a muito custo com o sacrifício da compreensão. A tarefa do filho seria responder a ele com uma fé renovada, baseada justamente no conhecimento tãorejeitado. Além disso, Jung viria a usar as escrituras como referência para a experiência interior de Deus, não como dogmas estáticos à espera de devoção muda, castradores do desenvolvimento pessoal. Ele lamentava que à religião faltasse o empirismo, que alimentaria a sede da personalidade:
n.º 1, e que às ciências naturais, que também tanto o fascinavam devido ao envolvimento com a realidadeconcreta, faltasse o significado, que saciaria a personalidade
n.º 2. Os dois aspectos, religião e ciência, não se tocavam, daí sua constante insatisfação, devido ao desencontro das duas instâncias interiores. E foi dessa tentativa de saciar tanto um aspecto quanto ao outro, de fazer justiça ao ser como um todo, que decidiu formar-se em psiquiatria: "Lá estava o campo comum da experiência dos dadosbiológicos e dados espirituais, que até então eu buscara inutilmente. Tratava-se, enfim, do lugar em que o encontro da natureza e do espírito se torna realidade".
Ao longo da sua juventude interessou-se por filosofia e por literatura, especialmente pelas obras de Pitágoras, Empédocles, Heráclito, Platão, Kant e Goethe. Uma das suas maiores revelações seria a obra de Schopenhauer. Jung concordava com oirracionalismo que este autor concedia à natureza humana, embora discordasse das soluções por ele apresentadas. [1] Primeiros estudos
Jung em 1909.
Já estudante de medicina, decide dedicar-se à, então obscura, especialidade de psiquiatria, após a leitura ocasional de um livro do psiquiatra Krafft-Ebing. Em 1900, Jung tornou-se interno na Clínica Psiquiátrica...
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