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FERNANDO COLLOR: ABRACA A ONDA NEOLIBERAL ( INÍCIO DA GLOBALIZACÃO). COLLOR ENTRA COMO CACADOR DE MARAJÁS ABRINDO ESPACO PARA EMPRESAS INTERNACIONAIS

O QUE É A ONDA NEOLIBERL?
DESCONSTRUCÃO DO ESTADO FORTE. DESCONSTRUCÃO DO ESTADO INTERVINDO DIRETAMENTE NA VIDA DO CIDADÃO
( POR MEIO DE IMPOSTOS, JUROS, BENEFÍCIOS SOCIAIS –
MODELO NACIONAL DESENVOLVIMENTISTA)

A ONDA NEOLIBERAL VAICONTRA O NACIONAL DESENVOLVIMENTISTA.

DIFERENTE DO NACIONAL DESENVOLVIMENTISTA A ONDA NEOLIBERAL ABRE A ECONOMIA PARA EMPRESAS ESTRANGEIRAS.
.
O MODELO NACIONAL DESENVOLVIMENTISTA VAI CONTRA A ENTRADA DE EMPRESAS ESTRANGEIRAS NO PAÍS E A EXPLORACÃO DE RECURSOS NATURAIS DO PAÍS.

É PRECISO ENTENDER QUE ESTA ONDA NEOLIBERAL COMECA NO GOVERNO COLLOR COM A PRIVATIZACÃO DE EMPRESAS NO PAÍS,CESSA NO GOVERNO ITAMAR, E VOLTA FORTEMENTE NO GOVERNO FHC

FHC:

O PRESIDENTE:


PRIMEIRO MANDATO:

ESTE PERÍODO REPRESENTA A ENTRADA DO BRASIL NO NEOLIBERALISMO INSERINDO-O NO CENÁRIO MUNDIAL.

O PRESIDENTE FHC ABRACA A ONDA NEOLIBERAL E IMPLANTA A HEGEMONIA NORTE- AMERICANA ( RELACÃO CHAMADA NORTE-SUL) ABRINDO ESPACO PARA PAÍSES DO PRIMEIRO MUNDO. OU SEJA, FAZ RELACÕESINTERNACIONAIS PRINCIPALMENTE COM OS ESTADOS UNIDOS E COM ALGUNS PAÍSES CONSIDERADOS PAÍSES PRIMEIRO MUNDO.

1. IMPLANTACÃO DO PLANO REAL

2. ADESÃO AOS REGIMES INTERNACIONAIS

3. PROJETO NEOLIBERAL

­- O PRESIDENTE ABRACA A ONDA NEOLIBERAL E IMPLANTA A HEGEMONIA NORTE- AMERICANA FAZENDO RELACÕES COM OS ESTADOS UNIDOS ( CHAMADA DE RELACÃO NORTE-SUL) E ABRE ESPACOS PARA PAÍSES DO PRIMEIROMUNDO. ACREDITA NA INSERCÃO DO PROJETO INTERNACIONAL BUSCANDO O MULTILATERALISMO .
- A APROXIMACÃO COM OS PAÍSES DO PRIMEIRO MUNDO EVIDENCIA A BUSCA DE UMA POSICÃO DO PAÍS JUNTAMENTE COM OS PAÍSES DO PRIMEIRO MUNDO
- BUSCA DE UM ESTADO MÍNIMO, ONDE NÃO HAJA UMA INTERFERÊNCIA DO ESTADO NA POLÍTCA ECONÔMICA DO PAÍS )

4. ESVAZIAMENTO DO ITAMARATY

5. DIPLOMACIA PRESIDENCIAL (DEIXA O MINISTRO DASRI PRATICAMENTE DE LADO E ASSUME SUA POSICÃO APARECENDO DIPLOMATICAMENTE FORTEMENTE NA POLÍTICA EXTERNA.

6. AVANCO DO PROJETO DE INTEGRACAÃO REGIONAL (MERCOSUL)

ELE NÃO ABANDONA O PROJETO MERCOSUL, MAS TEM UM INTERESSE MAIOR PELO MULTILATERALISMO. LEMBRANDO QUE A CONSTITUICÃO DE 1988 PROÍBE O ABANDONO DO PAÍS NA MERCOSUL.
7. BUSCA DE CONDICÕESES QUE O TORNE MEMBRO PERMANETE NO CONSELHO DESEGURANCA DA ONU.
FHC ACREDITA QUE ESSAS RELACÕES ESTREITAS COM OS PAÍSES DO PRIMEIRO MUNDO QUE VÃO GARANTIR E ABRIR BRECHAS PARA UM ACENTO PERMANENTE SEU NO CONSELHO DE SEGURANCA DA ONU.
8. ALCA ( INTEGRACÃO HEMISFÉRICA MULTILATERAL)
- RELACÃO ENTRE AS AMÉRICAS
-GARANTE A IRREVERSIBILIDADE DAS REFORMAS NEOLIBERAIS.
- PROPOSTA QUE REFORCA OS PAÍSES DENTRO DESTE PROJETO ECONÔMICO(NEOLIBERAL).
- ESTE PROJETO PODERIA DESENCADEAR NA DESISTEGRACÃO DO MERCOSUL.
- VINDA DE PRODUTOS DOS EUA E CANADÁ

PRIVATIZACÃO DE EMPRESAS PÚBLICAS
SE OPÕE A ALCA ( A ALCA IRIA AGUCAR A POBREZA NO PAÍS)
MERCOSUL*


SEGUNDO MANDATO:
CENÁRIO INTERNACIONAL DESFAVORÁVEL:
- CRISE DA ÀSIA (1997) E RÚSSIA (1998)
* REORIENTACÃO DO MODELO
- O BRASIL ASSUME QUE A INTEGRACÃO REGIONAL* É A MELHORALTERNATIVA PARA A ECONOMIA EXTERNA.
DESVALORIZACÃO DO REAL
ALTERACÃO DO DISCURSO : DE GLOBALIZACÃO NEOLIBERAL PARA GLOBALIZACÃO ASSIMÉTRICA
FHC TENTA NÃO ESTAR TÃO INTEGRADO À ALCA. PROPÕE UMA RELACÃO COM A ALCA MAIS LEVE.

CENÁRIO INTERNACIONAL

Durante o seu primeiro mandato, FHC mantinha relações estreitas comerciais com a Rússia, e diversos países da Ásia. Em 1997, a Ásia entra emcrise econômica, e depois, em 1998, o mesmo acontece com a Rússia. Com isso surge uma nova realidade econômica mundial. No país ocorreu uma fuga de capital e diminuição de reservas cambiais.
O segundo mandato foi permeado por manobras políticas que visavam conter a inflação do país diante da instabilidade econômica internacional, marcado pela consolidação do real. É importante ressaltar que...
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