Bioquimica clinica

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CENTRO UNIVERSITARIO CENTRAL PAULISTA – UNICEP






ANDERSON
MARCOS BATISTA MARTINS







RELATÓRIOS DE BIOQUIMICA CLINICA
PROTEINAS TOTAIS / ALBUMINA







SÃO CARLOS
2012
PROTEINAS TOTAIS
INTRODUÇÃO

As proteínas são moléculas grandes, presentes em todos os seres vivo e formadas por sequências de aminoácidos ligados por ligações peptídicas apresentando,portanto, uma estrutura única e tridimensional. Essa estrutura é o que determinará sua função no organismo dos seres vivos. Quando a proteína está em sua condição mais estável termodinâmicamente, exercendo uma função específica biológica, denominamo-la nativa.
Mas, as proteínas podem sofrer um processo de desnaturação, ou seja, perder a sua conformação, já que as ligações fracas responsáveis pelasestruturas secundária, terciária e quaternária são rompidas (pontes dissulfeto e/ou ligações de hidrogênio e/ou interações hidrofóbicas e/ou pontes salinas), levando à precipitação da proteína, perda de sua conformação mais estável e, consequentemente, a perda de sua função biológica. Agentes físicos e químicos podem levar a tal situação, como: temperatura, solventes orgânicos, altas concentraçõessalinas, ácidos fortes e agentes caotrópicos.
O biureto é uma substância formada pela mistura de cobre, hidróxido de sódio e um complexo que estabiliza essa mistura. Dessa forma, quando em solução que contenha proteínas, essas formam um complexo púrpura, em soluções salina, uma vez que o íon cuproso se liga ao nitrogênio dos aminoácidos. Assim, podemos estimar a concentração da solução que contenhaproteínas, quando colocamos a amostra em um espectrofotômetro, emitindo luz monocromática de comprimento de onda de 540 nm. Não deve ser utilizado o comprimento de onda de 270 nm, uma vez que a probabilidade de outros aminoácidos ou substâncias absorverem luz nesse comprimento e interferirem negativamente no resultado é alta.
Temos ainda que, pela lei de Lambert-Beer “a absorbância A édiretamente proporcional À concentração do soluto absorvente”. Podemos, então, calcular a concentração de uma amostra de proteínas desconhecida fazendo uso da seguinte fórmula;
Onde; é a absorbância; é o coeficiente de extinção molar, é o caminho óptico e C é a concentração. Para comparar as concentrações das amostras, é utilizado um tubo branco, contendo somente biureto. Dessa forma, oespectrofotômetro é ajustado de modo que identifique absorbância zero. Ao final das medições, é possível montar o gráfico da curva padrão da proteína.


MATERIAIS E REAGENTES

• Tubos de ensaio (sangue, soro, teste, padrão)
• EPI’S (jaleco, luvas, mascara)
• Seringa e agulhas
• Centrifuga
• Espectrofotômetro e Cubeta
• Cronometro
• Micropipeta de 1000 e 10 microlitros
• Algodão, álcool e garrote
•Ponteiras para micropipeta
• Reagente 1
• Padrão



PROCEDIMENTO

Foram adicionados, a um béquer, aproximadamente 7 mL da solução de caseína, este foi levado para pipetar na bancada. Em outro béquer foram adicionados 10 mL da solução de PBS, levando-o para pipetar na bancada. Com o auxílio de uma pipeta e pró-pipete, foram transferidas alíquotas das soluções de proteína para tubos de ensaioenumerados
Feito isto, os tubos foram homogeneizados e incubados a temperatura ambiente por 15 minutos. Posteriormente, o conteúdo de cada tubo foi transferido para uma cubeta, enchendo-a acima da metade. Esta cubeta foi levada para o espectofotômetro, para que fossem lidas as absorbâncias, contra o tubo branco, no comprimento de onda de 540 nm. Os valores obtidos foram anotados.


RESULTADOp - 0,253
a1 - 0,219
a2 - 0,178

3,25 - 0,253
x1 - 2,81 x2 - 0,178

x1= 2,81 x2= 2,30

CONCLUSÃO
O método do biureto é bastante eficiente quando se deseja encontrar a concentração de uma amostra de proteína. Com o auxílio de um espectrofotômetro e a aplicação da lei de Lambert-Beer, observando a absorbância, e tendo outras soluções para ser possível a produção da...
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