Biologia

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Colégio Kyrius



Trabalho de Biologia













Nome: Rayanne Matias

Turma: 3º ano



11 de abril de 2013.

Desenvolvimento versus Meio Ambiente

O atual modelo de produção capitalista acabou gerando uma série de desequilíbrios em diversos aspectos. A cada dia que passa, o ritmo de produção aumenta, gerando riqueza e novas tecnologias, porém a desigualdadesocial, a degradação e a poluição tornam-se cada vez mais presentes.

• O processo é compatível com o meio ambiente?

O progresso e o crescimento populacional trouxeram consigo uma grande preocupação sobre como continuar se desenvolvendo com qualidade sendo que os recursos estão cada vez mais escassos, mas demorou bastante para que a humanidade constatasse que estava caminhando para umabismo. Há mais de dois séculos, entendia-se que desenvolvimento e crescimento econômico eram a mesma coisa e que dependiam do consumo crescente de recursos naturais. Os países desenvolvidos destruíram suas florestas, cresceram e prosperaram. Mas na prática, isso significa que os países ricos devem buscar fontes de energia menos poluentes e reduzir a produção de lixo e reciclá-lo, além de praticar umconsumo consciente. Essa ideia foi sintetizada no conceito do "desenvolvimento sustentável": aquele que "atende às necessidades do presente sem comprometer a capacidade das gerações futuras de satisfazer as próprias necessidades". Essa definição está no documento "Our Common Future", conhecido por relatório Brundtland, referência sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento que o apresentou em 1987.Nele, a ONU diz que "a pobreza absoluta é incompatível com a preservação do meio ambiente". 

• Quais são os principais desafios para um desenvolvimento sustentável?

Segundo Furtado (1992), em um trabalho preparatório para a Agenda 21 brasileira, o desafio que se coloca no umbral do século XXI é nada menos do que mudar o curso da civilização, deslocar o seu eixo da lógica dos meios aserviço da acumulação, num curto horizonte de tempo, para uma lógica dos fins em função do bem-estar social, do exercício da liberdade e da cooperação entre os povos. Devemos nos empenhar para que essa seja a tarefa maior dentre as que preocuparão os homens no correr do próximo século: estabelecer novas prioridades para a ação política em função de uma nova concepção do desenvolvimento, posto aoalcance de todos os povos e capaz de preservar o equilíbrio ecológico.

Essa mudança de rumo, exige que abandonemos muitas ilusões, que exorcizemos os fantasmas de uma modernidade que nos condena a um mimetismo cultural esterilizante. Devemos assumir nossa situação histórica e abrir caminho para o futuro a partir do conhecimento de nossa realidade, assumir a própria identidade. E nesse novoquadro que se configura, o destino dos povos dependerá menos das articulações dos centros de poder político e mais da dinâmica das sociedades civis. Não que o Estado tenda a deliquescer, conforme a utopia socialista do século XIX, mas a possibilidade de que ele seja empolgado por minorias de espírito totalitário se reduzirá, se a vigilância da emergente sociedade civil internacional se fizereficaz.

Para Cavalcanti (2002), a noção atual de desenvolvimento sustentável representa uma vindicação do pensamento de Furtado: não é qualquer taxa de crescimento da economia que pode ser perseguida; há que se pensar antes naquilo que é (ecologicamente) sustentável, ou seja, possível, durável, realizável.

Quanto a isso vale mencionar o questionamento feito por Furtado em 1974:“Por que ignorar na medição do PIB, o custo para a coletividade da destruição dos recursos naturais não-renováveis, e o dos solos e florestas (dificilmente renováveis)? Por que ignorar a poluição das águas e a destruição total dos peixes nos rios em que as usinas despejam seus resíduos?” (FURTADO, 1974).

Para Ramos (2003) alerta que o problema de insustentabilidade não está apenas no...
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