Biofisis

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AGDA DE SOUSA DANIEL RA: B34359-1

ENERGIA IONIZANTE E NÃO-IONIZANTE






Trabalho apresentado à Professora Doutora Leila Ribeiro
da disciplina Física e Biofísica da turma CB1P48, turno
noturno do curso Ciências Biológicas da Universidade UNIP.







Sumário





1. Introdução...........................................................pág.4

Uso da radiação namedicina............................pág.5

1. Tomografia Computadorizada......................pág.6
2. Ressonância Magnética.................................pág.11
3. Raio X...............................................................pág.13
4. Iodoterpia.......................................................pág.17
2.Conclusão............................................................pág.18

4. Referencia bibliograficas...............................pág.19























1. Introdução


Radiaçoes não ionizantes, como o nome ja diz, são as que não produzem ionização, ou seja, não possuem energia capaz de produzir emissão de elétrons de átomos ou moléculas com quais interagem. De modo geral estas radiações podem ser divididas em sônicas(vibrações, ultra-som, etc.) e eletromagnéticas.


Radiações ionizantes, são aquelas que se caracterizam pela sua habilidade de ionizar átomos da materia com a qual interagem. A habilidade de ionizar, (retirar elétrons) depende da energia dos fótons e do material com qual a radiação interagem. A energia necessária para fazer com que eléton de valência escape de sua orbita num átomo, variade 2,5 a 25 Ev.


De modo geral, as radiações eletromagnéticas que possuam enérgias menores que 10eV, são chamadas de radiações não-ionizantes. As radiações eletromagnéticas, com comprimento de onda maiores que 200nm são consideradas não ionizantes, visto que comprimentos de ondas menores, já fazem parte do ultravioleta remoto, ou raios x moles, (dependendo da natureza da radiação). Estasradiações compreendem entre outras radiações ultravioleta, luz visível, infravermelho, microondas, radiofreqüências, etc.


Uso da radiação na medicina

No início do século XX, quando ainda havia falta de maiores estudos sobre as propriedades físico-químicas da radiação, uma série de terapias com elementos radioativos (especialmente urânio, rádio e radônio) foram propostas e até mesmocomercializadas. Nos Estados Unidos, apenas a partir da década de 1930 foram tomadas medidas para proibir o uso de produtos com substâncias radioativas prejudiciais à saúde. Até a década de 1940, uma empresa americana comercializava medicamentos na forma de pomadas, comprimidos e supositórios contendo elementos radioativos.[1]
Radiações podem ser usadas para pesquisa, diagnóstico e tratamento namedicina estando todos esses usos sujeitos às regulações governamentais. Nos EUA, esses usos constituem a principal fonte de exposição humana a radiação.[2] Na pesquisa, normalmente usam-se pequenas doses de radiação, na busca de novas formas de diagnosticar e tratar doenças.[3]
Um dos usos mais comuns, para diagnóstico, são os raios-X; na Rússia 50% da população está sujeita a eles,[4] e nos EUAraios-X são utilizados em mais de metade dos diagnósticos de ferimentos físicos.[5] Também se destacam a tomografia computadorizada (CT scan) e o uso de radionuclídeos para formação de imagens na medicina nuclear.[6]
Quando usada para tratamento, o principal destaque é o uso da radioterapia para combate ao câncer; neste caso, os radionuclídeos mais usados são: 131I, 32P, 89Sr e 153Sm; 60Co éusado externamente, como um potente emissor Gamma.[7]
Caso medidas adequadas de segurança sejam adotadas, a contaminação por radionuclídeos em hospitais deve ser mínima. No entanto, Ho & Shearer (1992), ao analisarem a contaminação em sanitários próximos aos laboratórios que utilizam radiação, recomendaram que sejam designados sanitários especiais a pacientes realizando tratamento radioativo,...
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