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COSTA, Maria Cristina Castilho. Introdução á ciência da sociedade. 1ª Ed, São Paulo, SP: Editora Modetna, 1987.
Auguste Comte (1798-1857)
“Essas tentativas de derivar as ciênciassociais das ciências físicas é patente nas obras das primeiras a estudarem metodicamente a realidade social” (Costa, Maria Cristina Castilho, 1987, pg. 43).
O próprio Comte deuinicialmente o nome de “física social” as suas análises da sociedade, antes de criar o termo “sociologia”.
Emile Durkheim (18558-1917)
“Uma vez identificados e caracterizados os fatossociais, a preocupação de Dukheim dirigiu-se para a conduta necessária ao cientista, a fim de que seu estudo tivesse realmente bases científicas” (Costa, Maria Cristina Castilho,1987 pg. 52).
Para Durkheimn não haveria explicação científica se o pesquisador não mantivesse curta distância e neutralidade em relação aos fatos, resguardando a objetividade de suaanálise.
Max Weber (1864-1920)
“Ao definir o que é espécie social, Weber em uma nota ao pé de página em seu livro: As regras do método sociológico, alerta para que não se confundauma espécie social com as fases históricas pelas quais ele passa” (Costa Maria Cristina Castilho, 1878 pg. 61)
Segundo a perspectiva de Weber, o caráter particular e específico decada formação social e histórica contemporânea deve ser respeitada.3
Karl Marx (1818-1889)
“O capitalismo vê a força de trabalho como mercadoria, mas é claro que ela não é umamercadoria qualquer” (Costa, Maria Cristina Castilho, 1987 pg. 76).
Marx irá além. Para ele, o trabalho, ao se exercer sobre determinados objetos, provoca nestes uma espécie de objetos,provocas nestes uma espécie de “ressurreição”. Tudo o que é criado pelo homem, diz Marx, contém em si um trabalho passado, “morto”, que só pode ser reanimado por outro trabalho.
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