Autismo

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  • Publicado : 22 de outubro de 2012
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 cérebro do autista
Muito parecido a um computador, o cérebro conta com um emaranhado de fios para processar e transmitir as informações. Os cientistas descobriram que, em pessoas com autismo, esses fios estão com defeito, o que causa falha de comunicação entre as células do cérebro.

No cérebro, as células nervosas transmitem mensagens importantes que controlam as funções do corpo, desde ocomportamento social até os movimentos. Estudos de imagens revelaram que as crianças autistas têm muitas fibras nervosas, mas elas não funcionam de maneira suficiente para facilitar a comunicação entre as várias partes do cérebro. Os cientistas acham que todo esse circuito elétrico pode afetar o tamanho do cérebro. Embora as crianças autistas nasçam com cérebros normais ou menores que o normal, elaspassam por um período de rápido crescimento entre os 6 e 14 meses, por isso que, por volta dos quatro anos, o cérebro tende a ser grande para sua idade. Os defeitos genéticos nos fatores de crescimento do cérebro podem levar a esse desenvolvimento anormal do cérebro.


Os cientistas também descobriram irregularidades nas próprias estruturas do cérebro, como no corpo caloso, que facilita acomunicação entre os dois hemisférios do cérebro; na amígdala, que afeta o comportamento social e emocional; e no cerebelo, que está envolvido com as atividades motoras, o equilíbrio e a coordenação. Eles acreditam que essas anormalidades ocorrem durante o desenvolvimento pré-natal.

|[pic] |
|O cérebro de umacriança com autismo apresenta alterações no corpo caloso, amígdala e |
|cerebelo  |


Além disso, os cientistas perceberam desequilíbrios nosneurotransmissores, substâncias químicas que ajudam as células nervosas a se comunicarem. Dois dos neurotransmissores que parecem ser afetados são a serotonina, que afeta emoçãoe comportamento, e oglutamato, que tem um papel na atividade dos neurônios. Juntas, essas alterações do cérebro podem ser responsáveis pelos comportamentos do autista.


Os cientistas continuam procurando pistas sobre as origens do autismo. Ao estudarem os fatores ambientais e genéticos que podem causar a doença, eles esperam desenvolver testes para identificar o autismo mais cedo, além denovos métodos de tratamento.


Vários estudos de pesquisa estão focados na ligação entre os genes e o autismo. O maior deles é o Projeto Genoma do Autismo (Autism Genome Project) da NAAR (National Alliance for Autism Research - Aliança Nacional para Pesquisa sobre Autismo). Esse esforço colaborativo, realizado em aproximadamente 50 instituições de pesquisa, em 19 países, está examinando os 30 milgenes que formam o genoma humano em busca dos genes que desencadeiam o autismo.


Outros estudos sobre autismo incluem:

• usar modelos de cérebro animal para estudar a forma como os neurotransmissores são defeituosos em crianças com autismo;
• testar um programa de computador que poderia ajudar as crianças autistas a interpretarem as expressões faciais;
• examinar imagens docérebro para descobrir quais áreas estão ativas durante os comportamentos obsessivos e repetitivos do autista;
• continuar pesquisando a ligação entre timerosal e autismo.

Na próxima página, veremos como o autismo é normalmente identificado nas crianças.


ratamentos para o autismo
|Assistência no tratamento |
|O tratamento para o autismo pode ser caro, |
|mas há fundosdo governo disponíveis para |
|crianças com DEAs. A IDEA - Individuals with|
|Disabilities Education Act - (Lei pela |
|Educação para Pessoas com Deficiências (em |
|inglês)) é um programa do governo federal |
|que ajuda as crianças com deficiência de |
|aprendizado oferecendo, gratuitamente, |
|terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos ou |
|outra ajuda. As escolas...
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