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TRABALHO ORGANIZACIONAL EM EQUIPE
CONTEXTUALIZAÇÃO
Trabalho em equipe: São elementos isolados, porém congregados para um
objetivo único final. Ex.: Corpo humano, banda musical, time de vôlei, cada um cuida
de uma parte do processo para que o resultado beneficie a todos.
A aula sobre trabalho organizacional em equipe está dividida em três pontos
principais:
Autonomia e participação socialGrupos e equipes
Conflitos em equipes de trabalho
AUTONOMIA E PARTICIPAÇÃO SOCIAL
Autonomia é quando um indivíduo dá sua participação pessoal e única dentro
de um processo.
Quanto mais autônomo for o indivíduo maior a capacidade de cuidar bem da
sua parte no processo.
ESTÁGIOS DA PARTICIPAÇÃO SOCIAL HUMANA – PIAGET
Jean Piaget (1896-1980) foi um dos investigadores mais influentes do século20 na área da psicologia do desenvolvimento. Para ele, o ser humano não nasce
autônomo, mas esta autonomia é conquistada através de um conjunto de fases. São
elas:

Anomia
Nomos = regra, lei, ordem em grego.
A= sem, prefixo negativo.
É quando um indivíduo não é sensível a nenhum com ando. É sem regras,
sem leis. Ocorre com crianças até 5 anos.
Geralmente a moral não se coloca, com asnormas de conduta sendo
determinadas pelas necessidades básicas. Porém, quando as regras são
obedecidas, são seguidas pelo hábito e não por uma consciên cia do que é certo ou
errado. Um bebê que chora até que seja alimentado é um exemplo dessa fase.
Heteronomia
Nomos = regra, lei, ordem em grego.
Hetero = dos outros.
A lei dos outros. Segue a regra que vem dos outros. Ocorre com crianças até9, 10 anos de idade:
O certo é o cumprimento da regra e qualquer interpretação diferente desta
não corresponde a uma atitude correta. Um homem pobre que roubou um remédio
da farmácia para salvar a vida de sua esposa está tão errado quanto outro que
assassinou a esposa, seguindo o raciocínio heteronômico.
Socionomia
Nomos = regra, lei, ordem em grego.
Sócios = companheiro, parceiro emlatim.
É quando um indivíduo calibra a participação social através da parceria.
Autonomia
Nomos = regra, lei, ordem em grego.
Auto = o próprio.
É ter a condição de criar sua própria regra de participação. É a legitimação
das regras. O respeito a regras é gerado por meio de acordos mútuos. É a última
fase do desenvolvimento da moral.

ESTÁGIOS DA PARTICIPAÇÃO SOCIAL HUMANA – PAULO FREIREPaulo Freire (1921 — 1997) foi um educador e filósofo brasileiro. Destacou -se
por seu trabalho na área da educação popular, voltada tanto para a escolarização
como para a formação da consciência. Para ele, os estágios são:
Consciência mí(s)tica
A consciência mítica é aquela que se caracteriza por crer que tudo na vida se
resolve por entidades extramundanas. A responsabilidade pessoal ou grupalnão
existe, já que tudo o que acontece tem origem nos astros, nos demônios, nos
deuses ou em outros seres de um mundo diferente. Obviamente, os problemas não
precisam ser encarados porque algum ser mítico os resolverá.
Consciência ingênua
Aceita as regras que vem de fora.
A consciência ingênua, de forma parecida, supõe que não é de sua
responsabilidade encaminhar sua vida ou resolver seusproblemas. Mas dá um
passo adiante: crê em líderes humanos que vão salvar o mundo. Sempre está
incluída em algum tipo de massa e age dentro desta massa porque há alguns líderes
que arrastam.
Consciência fanática
Adota a regra do meio.
Consciência crítica
Através do diálogo como o dado da problematização, busca -se o
compromisso de transformação da realidade.
A consciência crítica é aquelaque busca, sempre, conhecer a natureza e os
processos de relação humana com as culturas que eles criam. A consciência crítica
pode ser desenvolvida. Quando as pessoas têm de enfrentar os problemas e
descobrir as necessidades, quase sempre desenvolvem consciência crítica.
Com as contribuições dos dois estudiosos, podemos fazer o quadro
comparativo:

DIFERENÇA DOS ESTÁGIOS EM RELAÇÃO À...
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