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  • Publicado : 20 de novembro de 2011
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APOCALYPTO - Os poderosos reinos Maias controlaram as Américas por mais de 1000 anos, criando enormes cidades, construindo pirâmides que desafiavam os céus e desenvolvendo uma impressionante sociedade avançada em termos de conquistas culturais e científicas. E então, como que em um relâmpago da história, o mundo deles desapareceu. Tudo que restou foram algumas pirâmides cobertas pela selva e ummistério fascinante. Agora, 500 anos depois do fim da civilização Maia, o diretor Mel Gibson mergulha neste reino nunca explorado para criar uma aventura cinematográfica moderna que se desenrola como um mito eterno sobre a luta de um homem para salvar aquilo que importa para ele, num mundo que está à beira da destruição: Apocalypto.

A ESTRADA: Um evento cataclísmico atingiu a Terra, destruindo edeixando muitas pessoas tomadas pelo desespero, ocasionando em suicídios coletivos, pois eles não sabiam como poderiam sobreviver num mundo pós-apocalíptico.
Enquanto milhares de pessoas descrentes se suicidavam, um pai (Viggo Mortensen) e o seu único e pequeno filho (Kodi Smit-McPhee) resolveram unir forças, para mantê-los vivos e encorajados, onde teriam que enfrentar todos os obstáculos docaminho numa longa viagem pela América destruída e sem energia, em direção ao oceano numa épica jornada pela sobrevivência. Ambos enfrentaram uma árdua estrada, fome, mudanças climáticas e o medo de seus piores e terríveis inimigos; uma gangue de caçadores canibais que viviam na estrada a procura de alimentos, os quais caçavam a própria carne humana para saciar a fome, enquanto pai e filho seprotegiam com apenas um revólver com duas balas.
Apesar do pai viver atormentado pelas lembranças do passado com uma vida feliz; esposa, filho e tudo muito farto em sua fazenda, os dois conseguiram completar sua jornada.
HITMAN - ASSASSINO 47 - O agente 47 (Tim Olyphant) foi criado para ser um matador de aluguel. Suas armas mais poderosas são a ousadia, assim como o orgulho e o brio que tem naexecução de seu trabalho. O número 47 representa os dois últimos dígitos do código de barras tatuado em sua nuca, e é também o único nome que ele possui. 

Mas o dia passa a ser da caça quando 47 se vê envolvido em um golpe político. Tanto a Interpol quanto os militares russos perseguem o assassino profissional pela Europa Oriental, enquanto ele tenta descobrir quem tramou contra ele e por que estãotentando tirá-lo da jogada. E a maior ameaça à sua sobrevivência talvez sejam sua própria consciência e as emoções desconhecidas que uma garota bonita e sofrida desperta nele.
HANCOCK: Enquanto a hilária idéia do super-herói que combate o crime totalmente bêbado, que não está nem aí para os prejuízos que causou, e muito menos para ninguém, nem para ele mesmo, já que se veste como um mendigo qualquer,está no auge, o filme de Peter Berg funciona como uma engrenagem azeitada. Mas a velha mania de Hollywood de mastigar toda e qualquer trama para não cansar seu público acaba quase destruindo o herói, muito mais que qualquer vilão. Ou será que ela mesma é o próprio vilão?
O caso é que o herói, ou anti-herói, vivido Will Smith em momento inspirado, voando de um jeito destrambelhando pelos céus deLos Angeles, diverte e muito, seja com sua má-educação ou com seu desprezo pela moral e os bons costumes, e quando isso vai embora, e ele se força a se tornar uma pessoas séria, toda magia do filme se vai junto.
É lógico que o filme e sua trama pedem por isso, principalmente quando o RH vivido por Jason Bateman resolve limpar a imagem do herói, e transformá-lo em algo saído de algum gibi. É nessahora que a platéia, que se divertia com aquilo, passa a contestar toda trama. E um espectador contestador é um crítico em potencial, que acaba não se deixando enganar por toda roupagem criada para apresentar um desfecho desinteressante, que não combina com o resto e que ainda por cima quase não tem pé-nem-cabeça.
Não se pode nesse caso culpar o diretor Peter Berg, que com seu jeito “Tony...
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