As principais causas do desemprego no Brasil e os setores mais atingidos.

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  • Publicado : 10 de setembro de 2013
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As principais causas do desemprego no Brasil e os setores mais atingidos.

- Baixa qualificação do trabalhador: muitas vezes há emprego para a vaga que o trabalhador está procurando, porém o mesmo não possui formação adequada para exercer aquela função;

- Substituição de mão de obra por máquinas: nas últimas décadas, muitas vagas de empregos foram fechadas, pois muitas indústrias passaram ausar máquinas na linha de produção. No setor bancário, por exemplo, o uso de caixas eletrônicos e desenvolvimento do sistema bankline também gerou o fechamento de milhares de vagas;

- Crise econômica: quando um país passa por uma crise econômica, o consumo de bens e serviços tende a diminuir. Muitas empresas demitem funcionários como forma de diminuir custos para enfrentar a crise.

- Custoelevado (impostos e outros encargos) para as empresas contratarem com carteira assinada: este caso é típico do Brasil, pois os custos de contratação de empregados são muito elevados. Muitas empresas optam por aumentar as horas extras de seus funcionários a contratar mais mão de obra ;

- Fatores Climáticos: chuvas em excesso, secas prolongadas, geadas e outros fatores climáticos podem gerargrandes perdas financeiras no campo. Muitos empresários do setor agrícola costumam demitir trabalhadores rurais para enfrentarem situações deste tipo.


As perspectivas de trabalho para a juventude brasileira.

- Situação de Atividade: Educação e Trabalho

De acordo com a ideia de desenvolvimento integral dos jovens, é necessário que discutamos conjuntamente a dimensão da educação e do trabalhona vivência juvenil. Parece ser aqui que ganha maior visibilidade e importância a proposta de se pensar o
jovem a partir de uma perspectiva que articule a formação e a experimentação.
É necessário considerar que jovens possuem, à medida que varie a faixa etária, relações distintas com a escola e o trabalho. A maioria dos jovens brasileiros, conforme se aproximam da idade adulta, deixamprogressivamente de se relacionar com a educação para se relacionar com o trabalho. Cerca de 90% dos jovens com a idade de 15 anos estudam. Na outra ponta, cerca de 75% dos jovens com 24 anos trabalham. Ou seja, o fato de estudar ou não, de trabalhar ou não, e mesmo as formas como se articulam o estudo e o trabalho na vida dos jovens, ganha m distintos significados conforme a faixa etária. O gráficoabaixo demonstra bem esta situação:



O estudo e o trabalho ganham pesos e significados diferentes também conforme a renda da família do jovem. Na relação com a escola, a desigualdade È muito nítida. Quanto mais alto o nível de renda, maior tende a ser a escolarização e as possibilidades de se encontrar postos de maior remuneração no mercado de trabalho.


Na relação com o trabalho, adiferença para os jovens, sobretudo aqueles acima dos 18 anos, se dá menos na disposição para entrar no mercado de trabalho do que nas chances de encontrar trabalho e no tipo de trabalho encontrado. Em outras palavras, o desemprego atinge mais fortemente os jovens das famílias de renda mais baixa e as possibilidades de encontrar um trabalho com salário e condições adequadas diminuem conforme aumentaa desigualdade social. Vale ressaltar que para jovens mulheres e jovens negros essas desigualdades se multiplicam. A tabela a seguir expressa que, mesmo tendo mais anos de escolaridade, em média, as mulheres jovens recebem salários menores que os jovens homens:
















Para fins analíticos e de formulação de políticas, é preciso aprofundar a inter-relação entreeducação e trabalho. Contudo, não é mais possível que educação e trabalho sejam considerados como situações da vida dos jovens que necessariamente se anulam, de modo que os jovens devam somente estudar até que estejam supostamente preparados para o mercado de trabalho, em idade legal. Algumas perspectivas de análise e políticas governamentais sustentam essa posição que, sem dúvida, faz sentido numa...
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