As crianças índigo

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AS CRIANÇAS ÍNDIGO
Chegaram as Novas Crianças

PAIS: SE TÊM FILHOS PEQUENOS, ESTE LIVRO É PARA VÓS

Autores

Lee Carroll e Jan Tober

O trabalho de tradução e revisão deste texto foi realizado por: Ana de Castro, Ana Prado, Genicy Bortagaray, Helena Abecassis, Isabel Moreno, Madalena Peres, Neia Cunegatto, Patrícia Bastos, Rita Estima e Vitorino de Sousa entre Maio e Outubro de 2003.Está disponível em www.velatropa.com.

1

Teus filhos não são teus filhos. São filhos e filhas da vida adorando-se a si mesma. Vêm através de vós, mas não de vós. Podem dar-lhes amor, mas não os pensamentos, Porque eles têm os seus próprios pensamentos. Podem trazer os seus corpos, mas não as suas almas. Porque as suas almas moram na casa do amanhã, Que vocês não podem visitar, nem sequer emsonhos. Podem tentar ser como eles, Mas não queiram que eles sejam como vós. Vós sois os arcos dos quais partem os vossos filhos, quais flechas vivas. Que a flexibilidade nas mãos do archeiro seja de prazer.

Kahlil Gibran O Profeta

2

INTRODUÇÃO
À medida que forem lendo talvez pensem: Mais outro livro sobre condenação e sofrimento, e sobre a forma como a sociedade está a mudar as nossascrianças? Não: esta é talvez a mudança mais emocionante e, no entanto, a mais estranha em matéria fundamental humana, nunca antes vista e documentada em qualquer sociedade que disponha de ferramentas para o fazer. Pedimos que utilizem o vosso discernimento à medida que forem prosseguindo a leitura. Jan e eu somos conferencistas nacionais especializados em auto-ajuda e, também, escritores. Nos últimosseis anos, viajámos pelo mundo e temos falado para grupos grandes e pequenos. Temos lidado com pessoas de todas as idades e muitas culturas com os idiomas mais diversas. Os meus filhos cresceram e deixaram o ninho há já algum tempo; Jan nunca teve filhos mas, no entanto, sentia que, de algum modo, estava a trabalhar com eles. Dos seis livros que publicámos nenhum trata de crianças, porque o nossotrabalho não focalizava esse assunto. Então, como é que estamos a escrever agora um livro sobre esse mesmo tema? Quando se é terapeuta de aconselhamento e se passa o tempo em contacto pessoal com as pessoas, não é possível deixar de notar certos padrões que surgem no comportamento humano e que se convertem no tema principal do trabalho que se faz. O nosso trabalho, trata do aumento do própriopoder e da autoestima. Permite que as pessoas tenham mais esperança dando-lhes o poder para se elevarem a si próprias acima do nível em que “pensavam” estar. Também envolve a autocura (não religiosa) e promove o autoexame com o objectivo de encontrar “Deus no nosso interior” em vez de o procurar em qualquer fonte exterior. Falar de autocura, bem como de libertação de preocupações num mundo em mudança.É um trabalho muito gratificante – mas faz com que prestemos atenção às coisas. Há alguns anos as pessoas começaram a falar sobre determinados problemas com os seus filhos. O que é que há de novo? Muitas vezes os filhos são a maior bênção de uma vida e, também, o maior desafio. Escreveram-se muitos livros sobre como ser bons pais e sobre psicologia infantil, mas o que chamou a nossa atenção foidiferente. Começámos a ouvir falar, cada vez mais, de um novo tipo de criança ou, no mínimo, de um novo tipo de problemas para os pais. As dificuldades eram de natureza estranha porque representavam um intercâmbio inesperado entre o adulto e a criança, que aparentemente não era o típico que tinha vivido a nossa geração. Ignorámo-lo até começarmos a ouvir os profissionais que trabalhavam comcrianças. Também eles relatavam desafios semelhantes. Muitos sentiam-se desesperados e a ponto de perder as estribeiras. Os profissionais de cuidado diário, em todo o país, alguns com mais de 30 anos de experiência profissional, contavam o mesmo tipo de histórias e de como eram diferentes as coisas com estas crianças. Vimos, então algo de horrível: quando estes “novos” problemas se agudizaram, começou...
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