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PET COMO DIMINUENDO DO DESPERDÍCIO


Ellen Batista,
Giselle Prata,
Weslon Vicente.
Alunos do 4º período de Administração UGB.



RESUMO



Este artigo foi elaborado com embasamento em livros sociológicos, sites da rede sobre garrafas depolimetileno Tereftalato, e uma pesquisa de caráter quantitativo para que fosse possível desenvolver a vertente de raciocínio, a tese deste artigo.
O artigo demonstra a realidade social e econômica do país, dando também uma noção pequena da visão ambiental na questão de reciclagem e reutilização de resíduos. Demonstra também que é possível melhorar um pouco o seu dia-a-dia utilizando areciclagem e coleta dos materiais como uma fonte de renda complementar, um auxílio, uma ajuda mesmo que pequena, utilizá-las como um diminuendo da realidade tão sofrível de inúmeras famílias do Brasil.


Palavras-chave: Plástico, PET, social, renda, diminuendo, pobreza, reciclagem.






INTRODUÇÃO




O atual artigo trata de um assunto que pode ajudar bastante na lutapara a preservação ambiental que é a reciclagem de garrafas Pet.
Sobre tudo, a partir do século XVIII e XIX com a Revolução Industrial, o homem passou a reverter o processo de submissão à natureza interferindo drasticamente nos processos naturais exterminando espécies, degradando os ecossistemas e biomas do mundo com assuas mais novas máquinas. Durante esse período, a população mundial pulou dacasa dos milhões para a dos mais de seis bilhões no início do século XXI.
A industrialização e a urbanização em grande escala e mal planejada em alguns países, principalmente nos subdesenvolvidos e a atual instalação de uma nova forma de vida capitalista, a consumista, gerou e ainda gera nos médios e grandes centros urbanos uma produção gigantesca de excedentes não aproveitáveis que acabampor muitas vezes sendo descartados em locais inapropriados.
Os fatos acima ocorrem em escala mundial, contudo, nos países subdesenvolvidos, também conhecidos como “em desenvolvimento”, estes fatos geram um caos ainda maior. Devido a industrialização, o mal planejamento urbano,a crescente progressão populacional nas cidades e metrópoles, má distribuição da renda, baixa escolaridade e aeducação precária que atinge a população pobre existente nestes centros, a falta de saneamento básico, coleta de lixo inapropriada, e o consumo exacerbado que faz com que os aterros sanitários e lixões fiquem cada vez mais lotados. E a falta de incentivo da reciclagem pelo governo público, faz com que estas questões se tornem absolutamente prejudiciais ao homem.
A questão dos aterros sanitários e dolixo além de afligir o âmbito socioeconômico, torna-se um problema de saúde pública um episódio a mais. Porém, os aterros sanitários em grandes centros urbanos estão ficando pequenos devido à grande demanda de lixo produzido pela população. Geralmente, uma das alternativas tomadas pelo governo municipal ou estadual é a busca de novos terrenos para seu remanejamento.
Quiçá as grandes cidadese centros urbanos tivessem mais espaço para crescerem horizontalmente. O método encontrado para as construções foi a verticalização e não há como verticalizar os aterros, como foi feito com as casas, empresas e lojas. Portanto, ele vai distanciando-se cada vez mais dos grandes centros em alguns casos. Em outros, o crescimento populacional gradativo faz com que as cidades cresçam tanto, queacabem ficando cada vez mais próximas dos aterros e lixões, por mais distantes que estejam.
Grande parte das pessoas destas comunidades que cercam os lixões são pessoas de baixa renda que sobrevive com menos de um salário mínimo por mês e tem por muitas vezes como fonte de renda a coleta de alguns materiais como latas de alumínio, garrafas pet, dentre outros.
As garrafas de Polim Etileno...
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