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Princípios fundamentais da terapia cognitivo-comportamental

Os princípios fundamentais da terapia cognitivo- comportamental (tcc) foram ligados a idéia que foram descritas pela primeira vez há milhares de anos. A tcc é uma abordagem de senso comum que se baseia em dois princípios centrais, nossa cognição tem uma influencia controladora sobre nossas emoções e comportamentos e, o modo comoagimos ou nos comportamos pode afetar profundamente nossos padrões de pensamento e nossas emoções. As primeiras formulações de Beck centravam se no papel do processamento de informações desadaptativo em depressão e transtorno de ansiedade e foi o primeiro a desenvolver completamente teorias e métodos para aplicar as intervenções cognitivas e comportamentais, ele descreveu uma conceitualizacaocognitiva da depressão na qual os sintomas estavam relacionados a um estilo negativo de pensamento em três domínios, si mesmo, mundo e futuro. A atenção consciente nos permite monitorar e avaliar as interações com o meio ambiente, ligar memória passada as experiências presente, controlar e planejar ações futuras.

A terapia baseia-se na premissa que a inter-relacao entre cognicao, emocao ecomportamento esta implicada no funcionamento normal do ser humano em especial na psicopalotogia. A TC propoe que há pensamentos nas fronteiras da consciência que ocorrem espontânea e rapidamente e são uma interpretação imediata de qualquer situação. São chamados de pensamentos automáticos e são distintos do fluxo normal de pensamentos observado no raciocínio reflexivo ou na livre associação. Sãogeralmente aceitos como plausíveis, e sua acurácia é aceita como verdadeira. A maioria das pessoas não está imediatamente consciente da presença de pensamentos automáticos, a não ser que estejam treinadas para monitorá-los e identificá-los.Nas raízes dessas interpretações automáticas distorcidas estão pensamentos disfuncionais mais profundos, chamados de esquemas também denominados crençasnucleares, Os esquemas têm uma variedade de propriedades, como permeabilidade, flexibilidade, amplitude, densidade e também um nível de carga emocional, que pode determinar as dificuldades ou facilidades encontradas no processo de tratamento. Mesmo que latente ou inativo em determinados momentos, os esquemas, por exemplo, “É impossível eu ser amado”, são ativados por certas situações análogas àquelasexperiências precoces que engendraram o desenvolvimento do esquema. Em associação com essas crenças nucleares disfuncionais estão as crenças condicionais subjacentes que levam a pressupostos como “Se eu não tiver uma mulher que me ame, não sou nada” e regras como “Um homem não pode viver sem uma mulher”. A ativação desses esquemas interfere na capacidade da avaliação objetiva de eventos, e oraciocínio torna-se prejudicado. Distorções cognitivas sistemáticas (por exemplo, catastrofização, raciocínio emocional e abstração seletiva) ocorrem à medida que esquemas disfuncionais são ativados. Como estratégias de enfrentamento para tentar evitar o contato com suas crenças nucleares e subjacentes, os pacientes podem empregar estratégias compensatórias. Embora essas manobras cognitivas ecomportamentais aliviem seu sofrimento emocional momentaneamente, em longo prazo as estratégias compensatórias podem reforçar e piorar crenças disfuncionais. Há uma relação recíproca entre afeto e cognição, uma vez que o aumento da distorção cognitiva e emocional pode resultar de um reforçando o outro. Uma hipótese essencial do modelo cognitivo tem sido a noção de que certas crenças constituem umavulnerabilidade a distúrbios emocionais (modelo diátese-estresse). Por exemplo, se um indivíduo apresenta uma vulnerabilidade cognitiva a temas de perda e fracasso, as conseqüências emocionais e comportamentais incluirão tristeza, um senso de desesperança e isolamento social, conforme encontrado na depressão. Se outros indivíduos apresentam crenças relacionados com perigo, a ansiedade prevalece e predispõe...
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