Arte e arquitetura

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eArte e Arquitetura: novas afinidades (Julia Schulz-Dornburg)

Prefácio:
-Os limites entre a Arte e a Arquitetura confundem-se mais uma vez, à medida que seus objetivos e atitudes convergem.
-Autor da obra (artista ou arquitetura?)
-Os dois campos lidam com visões compartilhadas e objetivos comuns nos movimentos como Bauhaus, Construtivismo Russo, o Expressionismo e o De Stijl.
- Entre aArte e Arquitetura: Apelos em prol de uma colaboração maior, declarações sobre transgressão dos respectivos limites, comparações a respeito de integridade e relevância, reivindicações de autonomia e independência.
-Arte e Arquitetura ligada fundamental pela criatividade.
“é impossível produzir uma definição acurada de cada profissão ou uma demarcação exata dos seus campos de atuação. Mas, éjustamente esta dificuldade de delimitação que constitui a própria essência de ambas as disciplinas. Cada uma conta com um sistema abrangente de referências com força motriz.”
Só com a visão panorâmica e amplo repertório expressivo: esses dois campos, podem trazer comentários e significados e contribuições intensa que modifiquem nossa percepção.
“Os últimos vinte anos foram testemunho de grandesmudanças na estrutura e nas perspectivas da nossa sociedade, mudanças que alteraram e redefiniram os objetivos e a prática da Arte e da Arquitetura. As duas disciplinas foram afetadas pelas transformações em nossos valores culturais, e é interessante observar quantas referências em comum encontraram em resposta a este processo.”
* O Livro examina o paralelismo existente no desenvolvimentorecente dos dois campos, dentro de um contexto internacional.

O tempo abordado no livro (1978-1998) é marcado pela tendência crescente para uma percepção sensual do espaço e pela ênfase no papel do observador:
-> Neste período a arte deixou o museu e foi para a rua também, buscando um publico maior. Assim o interesse deslocou-se dos trabalhos autônomos e auto-referências para as instalaçõessite-specific, envolvendo conceitos que incluíam a participação do público.
-> Já na Arquitetura, os edifícios tornaram-se mais permeáveis, seus programas estão cada vez mais flexíveis e interativos.
Troca da criação de objetos para serem olhados, por criação de ambientes para serem experimentados e utilizados.

Os trabalhos são tridimensionais, alguns foram só projetos. Ênfase nostrabalhos que sintetizam aspectos importantes do dialogo atual entre os dois campos. No campo da arquitetura o livro não inclui só arquitetos, mas designers, paisagistas, devido à semelhança entre as estruturas de trabalhos que destacam o notável grau de correspondência com a arte.

Para uma percepção sensual do espaço
Cultura Popular:
- últimos vintes anos: fragmentação das comunidadesnacionais, consequente movimentação geográfica de comunidades étnicas.
- nos últimos quinze anos, o fator mais influencia: facilidade de acesso ao computador pessoal, um intercambio global de informações.
- nos anos sessenta, as semestres desta diluição gradual das hierarquias culturais estabelecidas. Existia uma crença de que tudo era possível, as possibilidades pareciam ilimitadas, afetando todauma geração. Acreditavam que poderiam mudar estruturas arraigadas através da convicção e da razão.
“ Foi neste período que os pioneiros das obras situadas no intervalo entre a arte e a arquitetura- Daniel Buren, Richard Long, Vito Acconci, Andy Warhol, Gordon Matta-Clark, os Smithsons, Archigram, Archizoom e Team X – estabeleceram as bases para um dialogo continuo sobre uma cultura mais popular. ”A arte deixa o museu
“Nos discursos teóricos e culturas dos anos sessenta, a questão do lugar apropriado da Arte na sociedade esquentava as discussões. Herbert Marcus e Theodor Adorno foram os primeiros a defender a “libertação” da Arte em relação ao museu – que segundo Adorno não passava de um cemitério – e a encontrar uma fórmula para um contato mais direito com o público.”
-Gerhard Bott –...
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