Arte terapia

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  • Publicado : 22 de fevereiro de 2011
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A produção do açúcar através da cana de açúcar começa na lavoura onde há a escolha da muda mais apropriada, geralmente do gênero Saccharum officinarum e uma outra espécie formando um híbrido; no preparo do terreno com aração profunda, gradagem, compactação, calagem, adubação, com plantio mecanizado e controle de ervas daninhas, pragas e doenças. Antes da colheita faz-se análise para determinar o grau de maturação, respeita-se o ciclo sendo: precoce=maio-junho; médio=julho-agosto; tardio=setembro-outubro; a classificação do P.U.I.( Período útil de industrialização ) sendo PUI curto= 70-110 dias, PUI médio= 110-150 dias, PUI longo= >150 dias; o índice de maturação (IM)= pré analise baseada na determinação do brix, usando parâmetros para avaliação do estádio de maturação:Fator início da safra decorrer da safra Brix mínimo 18,0% mínimo 18,0% Pol mínimo 14,4% mínimo 15,3% Pureza mínimo 80,0% mínimo 85,0% AR máximo 1,5% máximo 1%; o uso de maturadores que interrompem o desenvolvimento da cana, forçando atransformação com maior intensidade os açucares redutores (AR) em sacarose; utiliza-se ainda em média 90% da colheita manual, com a queimada que aumenta o rendimento da colheita e a colheita mecânica embora não ultrapasse 10%, seu uso aumenta a porcentagem de colheita em torno de 700 a 800 toneladas por dia e dispensando a QUEIMADA.Depois de colhida há o prazo de 24 horas para que essa cana fique na lavoura e não haja perda de sacarose, essa cana é transportadapara usina pelos caminhões que de início passam pela pesagem e pelo Laboratório de Sacarose (PCTS), para análise do BRIX(porcentagem de sólidos solúveis no caldo), POL (porcentagem de sacarose aparente no caldo), ATR (açucares não cristalizáveis) e o peso úmido do bagaço, esta amostra é colhida através de uma sonda oblíqua, retirando amostras do começo, meio e fundo do caminhão e através dasanalises é feito o pagamento dos mesmos, essa cana segue para o barracão de armazenagem (estocagem) ou direto para a mesa alimentadora onde há o preparo da cana com lavagem para retirada do excesso de sujeira, passando por picadores, desfibradores que facilitam a extração de caldo, e pelo eletroímã para extração de metais vindo da lavoura que possam danificar as moendas; seguindo para a extração do caldono setor de moendas onde é feita a prensagem em várias etapas, utilizando a embebição com água no último terno que aumenta a eficiência da extração do caldo dando origem ao caldo misto (secundário), que também é utilizado para embebição dos ternos anteriores, este caldos geralmente seguem para filtração e depois para destilaria para fabricação do álcool; o caldo do primeiro terno, o caldoprimário, também é filtrado para remoção dos bagacilhos e outras impurezas grosseiras.

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Seguindo então para o tratamento do caldo com: a sulfitação através da queima do S (enxofre) que produzirá o gás formando o SO² (dióxido de enxofre) que em contra-corrente circula com o caldo em uma coluna de absorção inibindo as reações que causariam a formação de cor no açúcar,facilitando a coagulação dos colóides, precipitando o sulfito de cálcio no decantador nesta etapa o pH do caldo se torna ácido o que não é viável para o processo seguindo então para a caleação que é a adição e leite de cal (Ca(OH)²) de forma contínua com finalidade de elevar o pH do caldo entre 7,2 a 8,0 contribuindo para a formação de substâncias insolúveis como o sulfito de cálcio, fosfato...
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