Arte no egito e na civilização egeia

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  • Publicado : 11 de novembro de 2011
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A ARTE NO EGITO

Uma das principais civilizações da Antiguidade foi a que se desenvolveu no Egito. Era uma civilização bastante complexa para sua época, sua escrita era bem estruturada, através disso temos um conhecimento mais aprimorado sobre eles.
No entanto a religião era o fator mais importante no Egito. Ela dava o direcionamento social, político, determinando o papel de cadaclasse eu do faraó.

Uma arte dedicada à morte

Os egípcios acreditavam em vida após a morte, acreditavam que esta vida era mais importante do que as que eles viviam. Dessa forma se formou a arte egípcia através de túmulos, estatuetas e vasos deixados junto aos mortos. É por isso que a arquitetura egípcia se realizou também nas construções mortuárias.
As tumbas dos primeirosfaraós eram réplicas de casas onde moravam, enquanto pessoas sem importância social eram sepultados em uma espécie de construção retangulares muito simples, chamado mastabas. Estas mastabas que deram origem as grande pirâmides construídas mais tarde.

A imponência do poder religioso e político

Por volta de 2780 a.C já se apresentava uma estrutura bastante complexa. As classes sociais jáeram divididas, de um lado, os faraós, cercados por nobrezas e sacerdotes, do outro lado estavam os artesãos, camponeses e comerciantes. E, numa situação marginalizada estavam os escravos.
Djoser Antigo Império (3200-2200 a.C). Esse faraó, autoritaramente transformou o Baixo Egito, com a capital em Mênfis, o centro mais importante do reino.
Para atestar a grandiosidade e a imponência dopoder político e religioso de faraó, restaram a pirâmide de Djoser, pelo arquiteto Imotep, talvez seja a primeira pirâmide egípcia construída em grandes proporções.
As pirâmides mais famosas são as do deserto de Gizé, construídas por importantes reis do império Quéops, Quefren e Miquerinos.
A maior das pirâmides é a de Quéops, possui 146 metros de altura e uma superfície de 54.300metros quadrados, eles tinham uma técnica de construção aprimorada, pois não existia nenhum tipo de argamassa entre os blocos de pedra que formam sua parede.
Junto destas três pirâmides, existe também uma espécie de esfinge, talvez a maior conhecida do Egito. Gigantesca com 20 metros de altura e 74 metros de comprimento, representante de faraó Quéfren, a esfinge deram ao longo do século umparecer enigmático com os ventos erosivos e a areia do deserto.

Uma arte de convenções

Como a arte e a religião estavam totalmente ligado uma com a outra, os artistas egípcios não podiam sair dos preceitos e das leis religiosas. Eles foram os responsáveis da criação de uma arte anônima, uma obra que deveria revelar um perfeito domínio da técnica de execução do artista, não o seu estilo.Nessa forma existiam muitas regras para desenhar o baixo relevo, dentre elas a lei da frontalidade ou seja, a lei determinava obrigatoriamente que, o tronco da pessoa fosse representado sempre de frente, enquanto sua cabeça, suas pernas e seus pés eram visto de perfil.
De acordo com a convenção, a arte não podia representar ilusão a realidade, pelo contrário, deveria reconhecerclaramente que se tratava de uma representação.
Nessa mesma época a manifestação artista ganhavam também uma das mais belas representações, também com muitas convenções a escultura se desenvolveu com uma expressividade e desenvoltura que surpreende o observador, pelos retratos esteriótipos, que representam a aparência ideal dos seres, principalmente dos reis, não pelo seu aspoecto esim pela fisionomia, traços racionais, até no gesto de sua função.

O apogeu do poder e da arte

Foi no Novo Império (1530 a 1085) que o Egito viveu o apogeu de seu poderio e cultura. Reiniciaram grandes construções de templos, como a de Carnac e Luxor. Estéticamente o novo templo era formado por colunas, trabalhados com papiro e a flor de lótus.
Dentre...
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