Arranjo físico por produto ou em linha: características, vantagens, desvantagens e estudo de caso

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FCETM
Faculdade de Ciências Econômicas do
Triângulo Mineiro

Ricardo Luiz Brinck

Arranjo físico por produto ou em linha:
características, vantagens, desvantagens e estudo de caso

Uberaba-MG
2010
Ricardo Luiz Brinck

Arranjo físico por produto ou em linha:
características, vantagens, desvantagens e estudo de caso

Trabalho apresentado ao Cursode Administração sobre arranjo físico por produto ou em linha, como parte dos requisitos de graduação na disciplina Administração da Produção e Serviços I, na Faculdade de Ciências Econômicas do Triângulo Mineiro (FCETM).

Orientador: Prof.

Uberaba-MG
2010

Expressamos aqui a nossa sincera gratidão:

aos Srs. Márcio Uehara, gerente de manutenção eferramentaria da B&D , e Luís Gustavo Lendro, técnico de segurança da B&D, pelo apoio a nossa visita à indústria e pela prestação das informações necessárias para a conclusão do estudo de caso.

As más decisões tomadas com boas intenções continuam sendo más decisões.
(Jim Collins)
LISTA DE ABREVIATURAS

B&D – Black and Decker

SUMÁRIO

1.Introdução ........................................................................... 06
2. Sistemas de produção ..................................................... 07
3. Arranjo Físico por produto ou em linha ................ 09
3.1 Vantagens do arranjo físico por produto .. 11
3.2 Vantagens do arranjo físico por produto .. 11
4. Estudo de caso................................................................... 12
5. Considerações Finais ................................. ..................... 18
Referências ............................................................................... 19

1- INTRODUÇÃO

A competição na área de produtos manufaturados tem crescido muito, trazendo novos desafios para as empresas de todos ossetores. Para ser competitiva , a empresa contemporânea deve buscar contínuas melhorias de qualidade, adotando ações voltadas para o aprimoramento dos processos e produtos, redução dos custos de produção mediante a melhora da eficiência produtiva e racionalização dos recursos da manufatura.
Uma das formas de melhoria organizacional é a otimização do arranjo físico ou layout, que estádiretamente associado a vários fatores relacionados direta ou indiretamente à eficiência produtiva.
O arranjo físico de uma operação produtiva determina a localização dos recursos de tranformação (máquinas, equipamentos e pessoal da produção) e consequentemente o fluxo de materiais e pessoas no ambiente da área de produção.
O tipo de arranjo físico utilizado ainda influencia o visualizaçãodo ambiente interno da produção, o grau de conforto e satisfação das pessoas frente ao fluxo produtivo, a otimização de fluxos de pessoas e produtos e principalmente os custos da produção.
Um arranjo mal elaborado pode levar a padrões de fluxo muito longos e/ou confusos, grandes filas, demanda excessiva de tempo, pouca flexibilidade, altos custos, e até mesmo a necessidade de mudanças noarranjo físico da operação, o que pode interromper o funcionamento da operação gerando transtornos e prejuízo no desempenho da organização.
Corrêa e Corrêa(2004) classificam os arranjos físicos em três tipos básicos:
• Por processo.
• Por produto ou em linha.
• Posicional ou de posição fixa.

Eles possuem características bem marcadas e diferentes potenciais de contribuiçãoe alavancagem de diferentes desempenhos em distintos critérios de desempenho. São chamados também de arranjos clássicos. Existe um certo conflito de características entre eles.
Segundo Corrêa e Corrêa(2004) “há também outros tipos de arranjo físico, ditos híbridos, que procuram de certa forma, aliar características de dois ou mais arranjos básicos. O mais usual é o arranjo...