Arquitetura Bizantina

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Arquitetura Bizantina
Antes do saque de Roma, em 410 d.C., o Império Romano fora dividido em uma parte ocidental e uma oriental. A segunda tinha sua capital em Constantinopla (hoje, Istambul). A cidade tornou-se um farol de civilização e um centro de cristianismo no que se tornara um mundo bárbaro, uma era que há muito chamamos Era das Trevas. As primeiras igrejas cristãs em Roma e no império do ocidente baseavam-se nas basílicas. Apesar de subsequentemente alteradas, as melhores que restaram são Santa Sabina (422 – 32 d.C.) e Santa Maria Maggiore (432 – 40 d.C.), em Roma, e Santo Apollinare in Classe, em Ravena (534 – 49 d.C.). Mas, no século VI, quando a escuridão se abateu sobre a Europa Ocidental, Justiniano I, imperador do império do oriente, revolucionou não apenas a construção de igrejas, mas a arquitetura como um todo, com um dos mais magníficos e aventurosos edifícios de todos os tempos, a igreja de Hagia Sophia (532 – 37 d.C.) ou Divina Sabedoria.
Edificada em 532 e 537 d.C., ela foi, de longe, a maior das 30 igrejas ou mais que ele ergueu em Constantinopla durante seu reinado. Sua estrutura em cúpula tornou-se a base de grandes catedrais renascentistas como as de São Pedro, Roma, e São Paulo, Londres. Os arquitetos foram Antêmio de Trales e Isidoro de Mileto. Eram habilidosos engenheiros e matemáticos, mesmo que a cúpula tenha desabado parcialmente 30 anos depois de completada, isso, porém, deveu-se mais à velocidade da construção, ditada pelo ambicioso imperador que algum erro de calculo dos arquitetos. O que Antêmio e Isidoro fizeram foi criar um vasto local de congregação, um espaço sob grandes tetos abobadados e a impressionante cúpula central, livre da intervenção de colunas e paredes. O resultado é tão espantoso hoje quanto no século VI, embora a igreja tenha perdido muito de seu brilho decorativo e as janelas altas tenham sido estreitadas. A cúpula de concreto, como disse o historiador da corte, Procópio, estava ‘’suspensa no céu por uma

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